27/10/08

VOTAÇÃO


Quando o desânimo ameaça afundar o blog, o Brain-mixer propõe aos seus estimados visitantes que votem na respectiva escolha.

Depois de ver esta última equação aritmética com os comentários a ZEROS, fiquei a pensar se deveria remodelar o meu estaminé... Ou então era porque não viram qualquer um dos filmes, eheheh.

De qualquer modo, peço a TODOS os que me visitam para dar um cliquezinho ali na escolha. TODOS mesmo! Quero saber em quantas ando, se o blog tem validade ou se falo para o boneco.

Qualquer outra opção, digam de vossa opinião e comentem. Por favor, comentem!


Qual a sua rúbrica preferida?
Brain-temas
Copy/Paste
Equação aritmética
Filmes portugueses JAMAIS realizados
TOP's diversos
= ver resultados =

24/10/08

Carros assustadores

Death Race invade as salas portuguesas.
É o remake livremente adaptado para um novo público, apesar do original se estender por todos os Estados Unidos, este novo filme encarcera-se numa prisão de alta segurança. Se esperam ver um filme inteligente, tirem daí a ideia. Este filme quer apenas aproveitar-se das habilidades de cada um dos carros (digamos, veículos de guerra...)

Já o original de 1975 , o visual desses veículos não passam de "show-off". Apenas se limitam a aumentar o interesse dos telespectadores, em prol das audiências. Mas os seus condutores já têm uma história mais acutilante. Os seus motivos, inócuos de importância, baseiam-se em chegar ao fim vivos e inteiros. A bem ou a mal. Geralmente a mal...


Na ambiência desses "veículos", a lista que se segue redescobre os mais temíveis automóveis da história do cinema (cronologicamente falando). São carros perigosos, assustadores, assassinos, possuídos... Por vezes é o condutor que provoca a emoção, outras, o próprio automóvel toma as rédeas do terror. Prontos? Partida!


Duel (1971)
Peterbilt 281 de 1955
Um camionista que nunca se lhe vê o rosto (apenas as botas), um roncar perseguidor e paranoicamente 'melga', uma obsessão inexplicável a um condutor pacato. É a "fúria ao volante", uma doença comum na maioria dos automobilistas portugueses. Quem sabe, se Spielberg não viria passar férias a Portugal naqueles tempos. Aquelas crises deixam marcas a qualquer um...



The Car (1977)
Lincoln Continental Mark III
O demónio em quatro rodas. Um automóvel amaldiçoado atentando a vida de todos aqueles por quem passa, atropelando, matando sem dó nem piedade. Falta de gasolina, de bateria ou direcção desalinhada não é com ele. Lembrem-se, este carro está possuído pelo demónio!



Christine (1983)
Plymouth Belvedere de 1958
Stephen King e John Carpenter (novamente) juntos só podia dar medo. É o segundo automóvel da lista com possessão demoníaca. É um belíssimo carro que faz uma bela porcaria. Gostaria de ver este ser parado numa operação STOP e ser multado por falta de seguro e inspecção.



Maximum Overdrive (1986)
Western Star 4800
Camiões loucos (e novamente a conversa da possessão demoníaca) psicadélicos e assassinos. Tudo num filme penosamente realizado por Stephen King e estrelado por Emilio Estevez. Um grupo de indivíduos tentam sobreviver quando as máquinas ganham vida e desatam a massacrar tudo em redor. Extremamente estúpido, mas hei, não foi para isso que foi produzido?



The Ambulance (1990)
Para além de um indivíduo ter o azar de sofrer um acidente, pior mesmo só ser recolhido por esta ambulância. Como a desgraça nunca vem só, um médico psicopata aproveita-se da boa fama destes veículos de emergência para levar a cabo as suas tendências homicidas. Há quem se queixe do INEM ou mesmo de Eric Roberts participar neste filme. Eu queixo-me das similaridades entre este veículo com a carroçaria do ECTO-1. Cópia barata...



Wheels of Terror (1990)
Dodge Charger de 1974
Outro automóvel conduzido por um psicopata. Repleto de ferrugem, com as cilindradas elevadas, parece saído de um filme de Mad Max. Para quem rapta crianças numa vila isolada, parece não ser muito discreto. Já viram aquela grelha dianteira? Amolgada propositadamente para lhe transmitir um ar ameaçador...



Jeepers Creepers (2001)
Chevrolet COE de 1941
É no momento mais aterrador do filme que surge a carripana. Conduzido pelo maníaco demónio, com uma buzina do inferno e uma ferrugem dos diabos. Provoca o pânico na estrada e a dupla de irmãos não ganhou para o susto. Bem pelo contrário...



Transformers(2007)
"Barricade" - Saleen S281 Extreme

Extraterrestre robótico com intenções não muito amigáveis. Trocam-se as funções e o carro de polícia deixa de "proteger e servir" para "destruir e matar" por este planeta fora. Segue a mesma táctica do extreminador T-1000 ao assimilar-se na sociedade como agente da autoridade.





Death Proof (2007)
Dodge Charger de 1969
À prova de morte para quem o conduze. Kurt Russel sadicamente assassino, com umas mãos habilidosas ao volante. Carro especializado para duplos do cinema, é agora destinado a outros entretenimentos: O massacre na estrada.
Com tanta desgraça, agora só quero saber se ele tem algum pneu sobresselente na mala de trás.




Na onda do medo que o automóvel provoca, não posso deixar de mostrar os anúncios da Peugeot 607 - "Fear car" ...



Já que falamos em automóveis deste género de espírito, não há desculpas para nos esquecermos do violentíssimo jogo CARMAGEDDON (e a sua ainda mais sangrenta sequela). Agora confessem lá, o que achavam de uma adaptação deste polémico jogo? A favor ou contra?

Por mim, venha ele!!

22/10/08

Equação aritmética

Meet the Parents
(O futuro genro é apresentado aos pais da namorada mas nada corre bem)
+
A guy thing
(O futuro noivo apaixona-se pela familiar da namorada, quando ele está prestes a casar)
=
THE FAMILY STONE
(mude-se o "masculino" dos anteriores por "feminino")

19/10/08

TAKE 8

"You take the blue pill - the story ends, you wake up in your bed and believe whatever you want to believe.
You take the red pill - you stay in Wonderland and I show you how deep the rabbit-hole goes."



(Não resisti à tentação, eheheh!!!)
TAKE 8 já online

18/10/08

10 Vilões Memoráveis

Respondendo ao desafio do Samuel, sobre os 10 maiores vilões do cinema.
A escolha deveria assentar em duas regras:
1 - Deve conter cinco homens e cinco mulheres
2 - As personagens não podem ser oriundas de filmes de animação ou ficção-científica.
Muitos deles óbvios, são aqueles que acredito que me sejam mais memoráveis.
Da esquerda para a direita:



Hans Gruber (Alan Rickman, Die Hard)
Hannibal Lecter (Antony Hopkins, Silêncio dos inocentes)
Freddy Krueger (Robert Englund, Pesadelo em Elm Street)
John Doe (Kevin Spacey, Seven)
Norman Stansfield (Gary Oldman, Leon)
Catwoman (Michelle Pfeiffer, Batman Returns)
Pamela Voorhees (Betsy Palmer, Sexta-feira 13)
Mildred Ratched (Louise Fletcher, Voando sobre um ninho de cucos)
Annie Wilkes (Kathy Bates, Misery)
Alex Forrest (Glenn Close, Fatal Attraction)


(Cliquem na imagem para ampliar)

Por infortúnio dessas regras, ficaram de fora alguns dos meus preferidos: Darth Vader, Alien, Predador e Terminator. Todos eles Ficção Científica...


O desafio continua e remeto para outros blogs. A cadeia só irá parar quando se repetirem os blogs mencionados, eheheh!
cinemanotebook (e não há cá desculpas, knox!)
kriticinema
cinematograficamente falando


(E esta montagem, hem?? Photoshop por meia hora... Mais rápido do que inserir uma a uma num alojamento online)

15/10/08

12/10/08

Copy / Paste

<<Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma...>> LAVOISIER

Reflexo nos óculos
Após a última incursão à magia das imagens duplicadas, voltamos aos reflexos (um copy do copy/paste, puramente irónico...).

Quando as lentes demonstram o que vai na alma.


The Matrix
(A escolha de Neo nas pílulas bicolores de Morpheus)


Daredevil
(O detective com o dilema da identidade secreta do Demolidor)


Alvin & The Chipmunks
(A fama e o proveito em forma de 3 esquilos)


Speed Racer
(Racer X frente a frente com os seus oponentes)

09/10/08

Mapa-Mundo do cinema

Como anda a produção cinematográfica mundial (Estatísticas de 2006)

Não pensem que num mundo de cinema global são os Estados Unidos a força dominante... De acordo com estudos feitos (e aproveitados para um anúncio da Volkswagen), os dados apresentados nestes cartogramas são surpreendentes.

Estes mapas cartográficos distorcem o tamanho dos países em relação a três categorias:
Orçamento médio por filme
Produção de filmes per capita
Número total de filmes produzidos

(Cliquem na imagem para ampliar)


1:
No primeiro grupo, um país salta logo à vista: A Nova Zelândia rebenta com a escala. E porquê? Não se lhe encontra grande produção local, que ronda os seis filmes por ano, todos eles de baixo orçamento. A não ser que... Claro... Grandes produções oriundas dos Norte-americanos que ali produzem. Começou a expandir-se a partir da trilogia do Senhor dos Anéis (desde 1999 a 2000) e desde então um grande número de blockbusters de Hollywood se instalaram naquelas ilhas. Crónicas de Narnia e King Kong foram também ali filmados. Este mapa não supõe reflectir a filmografia Neo-zelandesa, apesar das outras mega-produções aproveitarem a indústria local para se servirem deles.

O tamanho dos EUA é menos que impressionante. Os blockbusters não têm assim tanto efeito na média do país. Pelo outro lado, esses grandes investimentos deixam na sombra o facto que eles produzem muitos mais filmes de dimensões reduzidas, mais pequenos, logo mais 'baratos'.

2:
No segundo mapa, outra pequena ilha sobressai do mapa: A Islândia pode ser esquecida pelo resto do mundo, mas não o é pelo seu governo. Com uma população de 330 mil habitantes, é o Estado a subsidiar toda a produção nacional. Daí a poderem investir melhor nos poucos filmes que fazem.

Outro caso à parte é Hong Kong. Aparece com aquela forma desconhecida, numa irregular mancha vermelha. Domina a Ásia, onde até uma Índia minimal se perde pelo meio.

3:
Finalmente os EUA garantem um espaço adequado à sua (errada) imagem, dominando todo o continente americano. A competição vem da Europa, forte e em grande número. França, Espanha e Reino Unido confirmam a sua boa saúde cinematográfica. É também o único mapa que mostra um Japão "larger than life", em comparação com os seus míseros anteriores dois mapas.

A surpresa, imensa surpresa, vem do continente africano (até aqui apagado dos anteriores mapas) com a Nigéria a mostrar que tem uma grande máquina por detrás do seu país. Está já reconhecida pela imprensa mundial como a "Nollywood" . Embora pese o facto dessa produção ser efectivamente menos laboriosa que a os restantes países (geralmente são gravados em digital e com menos de 60 minutos).

E claro, a gigante Índia mostra as suas garras com a "Bollywood", que produz mais filmes anualmente que os próprios Estados Unidos.
Lá pelo meio, a Austrália e a Nova Zelândia desaparecem no buraco...


E PORTUGAL NO MEIO DE TUDO ISTO?
Nota-se a droga que suga o país, o subsídio parasita que o Estado coloca à disposição de meia dúzia de artistas. Cria-se um lema que espelha a nossa produção: "Poucos e caros".
E bons, também se pedia...

06/10/08

Dragon Ball: Como deveria ser...

O teaser da adaptação da famosa série TV Dragon Ball está finalmente na rede. Foi lançado como primeiro trailer (teaser, por enquanto). A expectativa é grande, o entusiasmo de assistir a algo grandioso é ainda maior.
Apesar de ter já corrido muita tinta acerca da adaptação, fãs irados e desiludidos esperavam ser surpreendidos com estas primeiras imagens em movimento.



Mas aqui no brain-mixer, menos que esperar um qualquer filme de kung-fu pintado com efeitos visuais (lembro-me vagamente do Reino Proibido com Jackie Chane Jet Li) prefiro ver uma obra medonhamente ambiciosa, épica e inesquecível. Só posso esperar por lutas do género que se segue.



Lá no fundo, espero que no final não se torne no Dragon Ball "série Z"...
Qualquer crítica ao meu gosto ou prazer visual é desejada, também com as vossas expectativas ou desejos... Fãs de Dragon Ball, digam de vossa justiça!

03/10/08

Críticos...

Não vamos de modas e sigamos para as comparações. Para lá das (poucas) parecenças físicas destes dois críticos, são ambos cultos, inteligentes, frios, anormalmente distantes da euforia e nunca se lhes viu um sorriso nos lábios...



Apesar de tudo, no filme da Pixar o triunfo dos sentimentos mais humanos acaba por transbordar àquele senhor mestre da culinária. E o nosso crítico nacional?
Sem querer humilhar ou envergonhar alguém (e isto não é um ataque pessoal ao João Lopes, que não fiquem dúvidas), serve este pequeno texto para dizer que a cinefilia não é só falar. É também viver, sentir, divertir-se com o cinema.

É de um talk-show cinematográfico que nós precisamos. Eu peço por isso...