03/02/11

CUSTOM DVD BOX - Made in Brain-mixer (2)

A edição "fabricada" de hoje, é a nossa mal-amada série de Police Academy
Havendo uma caixa oficial que reúne os 7 filmes no mercado, eu sempre a achei muito fraquinha (não me obriguem a fazer piadas de comparações...)
Por esse motivo, decidi fazer uma caixa que sobressaísse das demais.



POLICE ACADEMY (Collector Series) 
Outra caixa que surgiu de edições já existentes. Parte da caixa completa de West Wing e da edição "armário" de Homicide - Life on the street. Ambas usaram o truque dos ficheiros.


A caixa comporta todos os DVD's e um suplementar.
Representa uma reprodução livre do fardamento dos Cadetes da Academia.


A BOX é ilustrada com o emblema oficial, diversas insígnias, o crachá de Los Angeles
e a lapela com o nome do Oficial (neste caso, o nome da colecção)



Na parte de trás, encontra-se descrito o conteúdo. Uma lista dos sete filmes da série.




Os DVD's encontram-se envoltos em capas de cartão, geralmente utilizadas em ficheiros e relatórios.
Queria reunir os filmes à boa maneira de um arquivo policial.




A numeração de cada filme surge no canto inferior, bem visível.
O DVD é encaixado numa faixa que o suporta ao retirá-lo da BOX. No interior direito, o emblema enche o vazio.



O interior esquerdo tem descrito toda a informação de cada filme,
desde o elenco, equipa de rodagem, especificações técnicas, Box-office, etc.



No verso, apenas o emblema e o ano de produção de cada um dos capítulos.





A colecção completa, mais o Extra.


O tal Extra comporta numa pasta à parte, um conjunto de fotografias de produção,
fotogramas dos filmes e poses a preto e branco. Tudo recolhido da fabulosa Internet.





Fui mais além e criei uma fichas pessoais de cada personagem da série, tais como se de uma esquadra de polícias se tratasse.
São clipadas no lado direito da pasta extra.


São 15 no total. Desde o Comandante Lassard, ao Zed, ao Proctor, ao Mahoney, etc.


Estão registadas as missões (filmes em que participam), perfil e habilidades de cada um dos personagens.

02/02/11

Tron 3D

Já se está a tornar moda, esta coisa de não haver sessões 2D.
Ao saber que o 3D de Tron Legacy não é de todo famoso, decido ver no formato tradicional. Mas fico a saber que não há 2D em toda a Grande Lisboa!!! É o monopólio desses senhores dos Multiplexes que se acham enriquecer mais depressa com os óculinhos da treta.

Juro-vos: Quando sair este Tron Legacy na net, eu serei dos primeiros a sacá-lo. Aquelas queixas de pirataria entregues na PGR vão engrossar. Quem brinca comigo não se fica a rir.

31/01/11

CUSTOM DVD BOX - Made in Brain-mixer!!!

Decidi partilhar com vocês as minhas "bricolages" da minha colecção, as peças de colleccionismo únicas, que só se encontram num local do mundo: Em minha casa!

Pois é, sou um artista...
É verdade que as ideias não são originais, mas umas edições como as que crio não existem para esse filme.
Tenho, por enquanto, três edições ultra-limitadas (a uma unidade) por enquanto produzidas. A primeira é a que se segue. As outras duas, mostro-vos nos próximos dias...



BE KIND, REWIND (VHS edition)

A inspiração veio de uma edição do VIDEODROME, em que a ideia era exactamente a mesma: A caixa para o DVD era do género Vintage, com a cassete VHS inserida na tradicional caixa de cartão.

Reparem no pormenor das diferentes marcas: Dinamicon, Maxell e Fuji...
Era como eu tinha as minhas K7! Com etiquetas de outras marcas... 



 A caixa exterior não me saiu muito bem, a colagem ficou algo torta e desproporcionou os cantos.
Mas no meio dos outros DVD's, nem se nota.


Utilizei uma caixa para 6 discos, mais larga que as amaray normais, para imitar uma K7 VHS.
A largura é ligeiramente maior, logo tive de modificar a composição da imagem.


Mais tarde irei apetrechá-la de fotos do filme, acompanhando o DVD na parte esquerda da caixa.


Não percam para breve, uma edição "Collector", que reune uma série de filmes, digamos, bem peculiar...

O poster mais enganador do ano

there be dragons
Se te aparecesse este poster na frente, o que te viria à cabeça:
Reign of fire 2?



Foi algo parecido que me pareceu ver aqui. Um título bizarro, uma foto apocalíptica, epá, tenho de ver o trailer, já!




Bahhh, desenganem-se leitores...

27/01/11

O ano dos Anos: 1984 ou 1994?


Devem ter percebido pelo título que tento descobrir o ano dos Anos.


Estes dois anos foram ricos em clássicos do cinema e deixaram-nos uma enorme herança na cultura popular e no imaginário geek. A minha enorme dúvida existencialista remete-se numa difícil escolha: 84 ou 94?

Em 1984 tivemos:
Beverly Hills Cop
Ghostbusters
Indiana Jones and the Temple of Doom
Gremlins
The Karate Kid
Police Academy
Romancing the Stone
Red Dawn
The Terminator
A Nightmare on Elm Street
Missing in Action
1984 (George Orwell)
Top Secret!
Streets of Fire
Once Upon a Time in America

Mas em 1994 estrearam:
Forrest Gump
The Lion King
True Lies
Dumb and Dumber
Speed
The Mask
Pulp Fiction
Interview with the Vampire
Maverick
Ace Ventura: Pet Detective
Stargate
The Crow
Natural Born Killers
Timecop
The Shawshank Redemption
Leon
Ed Wood



Para ti, qual o melhor ano cinematográfico? VOTA!





26/01/11

Jumbo contra a crise

Quem frequenta hipermercados já deve ter reparado nas promoções de DVD's (quem nunca comprou??), que desta vez atingiu proporções absurdas. Resmas de filmes a 1 euro, no meio de chaves de parafusos, copos para aniversários ou mesmo donuts, tudo a 1€...
Sim, eu lá comprei alguns, mas o que me preocupa é a alarvidade de que muita gente grasnava no meio da pilha como se nada mais houvesse... E é vcê-los sair com uns "Perseguições perigosas" ou uns "Ben-Hur" animados.
A qualidade cinematográfica não prima ali no meio, mas a um euro, quem se preocupa??

É verdade que por lá há centenas de exemplares do Pianista de Polansky, mas será a edição capaz de aguentar pelo menos um ano? Lembrem-se que aquilo é tudo da LNKaka... Ou como eles gostam de ser chamados agora: Films4you. Para nós e toda a gente que acha que a cultura está ali à mercê de 1 euro. Venham os "Bons" filmes!


Para os mais curiosos, as minhas compras passaram por "Cube", "Laurel & Hardy", "American Dreamz" e há capítulos da BD "Akira" também a um euro... 

25/01/11

Rapidinhas dos Óscares

Pronto, lá foi, as nomeações foram anunciadas, com surpresas e desilusões, como sempre.
Da minha parte, fiquei extremamente desagradado por Christopher Nolan não ter sido indicado para melhor realizador. Lá se vão as hipóteses para o meu favorito deste ano, Inception...

E outra suposição que me veio à ideia é a de que Annette Benning voltará a ir de mãos vazias para casa. Novamente. Ficarei (muito) feliz pela Natalie Portman se se confirmar o mais-que-esperado Óscar.

Também já estou um bocado farto de ver os filmes dos Coen sempre nas galas. Todos os anos a mesma lenga-lenga! Quando é que acaba? É que por vezes vão mesmo os piorzinhos deles.

E basta The Social Network ganhar melhor Montagem e o Óscar de melhor Filme está no papo... A tradição confirma-o.

A lista completa aqui.

24/01/11

CINEPÉDIA - Horror

O cinema está repleto de expressões invulgares, de uma gíria cinematográfica, vulgo calão. Os artistas e críticos acabam invariavelmente por classificar os clichés cinematográficos com vocabulário...
O uso constante destes engenhos narrativos veio a criar a Cinepédia.





O cinema de horror sempre foi um género algo maltratado, reprimido e não muito reconhecido entre a classe artística. Tal como a comédia, nunca tiveram aquele espaço de honra que têm por exemplo os dramas e aventuras. Mas a essa margem, todo um movimento artístico foi tomando o seu devido lugar desde as histórias dos monstros da Universal até hoje. No presente, o terror assume-se não menos assustador, mas mais como algo visual. É o sangue que dita as regras do jogo.


Splatter Mais vulgarmente conhecido por gore, é um tipo de filme focado em conteúdos sangrentos e violência gráfica. Através dos efeitos especiais, é no resultante visual que as obras pretendem transmitir o seu forte: Sangue e tripas. Perturbar a mente vulnerável do espectador, mostrando mutilações e cenas de torturas do modo mais chocante. Mas se estes filmes são marginalizados pela sociedade em geral, não deixa de ser um bom motivo para através dela transmitir a sua mensagem social e o seu conteúdo artístico enquanto movimento radical. Enquanto uns se animam em apontar o dedo a todos nós (George Romero e a sua série de filmes ‘zombie’), outros interpretam a liberdade sexual juvenil como uma boa razão para a tensão repelida dos assassinos na sua vingança para com a sociedade (Como a saga “Sexta-feira 13”). Holocausto Canibal abriu caminho. Logo depois Sam Raimi e os seus Evil Dead, ou recentemente Robert Rodriguez com o seu excerto Planet Terror deram a entender com o jorrar de litros de sangue o porquê do terror vestir de vermelho-sangue. Na verdade, os “zombies” nunca se dissociaram da palavra gore. Era uma forma de separar os terrores psicológicos dos que preferiam a hemoglobina como pano de fundo.


Splatstick
Quando o gore se torna tão excessivo que roça a comédia, ou mesmo arranca gargalhadas ao público. Alcunha dada a este tipo de obras com a junção dos géneros Splatter e Slapstick, este último um tipo de comédia física de origens do cinema mudo. Para perceber melhor o conceito, basta relembrar o Braindead de Peter Jackson, talvez o filme mais sangrento da história, apesar dos seus inúmeros momentos de comédia.


Slasher
O tipo de terror mais desgastado da actualidade, não havendo paciência para repetitivos modelos de estrutura narrativa. Normalmente produções baratas e destinadas a adolescentes famintos por emoções fortes, que garantem muitas mortes e gritos. Como é usual e cliché oblige, essas mortes surgem sem efeito de suspense pelas mãos de um serial-killer com uma arma branca. Habitual é também seguirem-se repetitivas sequelas (muitas), mudando-se o elenco mas mantendo o assassino-que-nunca-morre. Quem não conhece o género, donde provieram as séries Pesadelo em Elm Street, Halloween, Texas Chainsaw Massacre, Sexta-feira 13 e agora mais recentemente Saw... Ao contrário das sequelas, os filmes originais combinam frescura com uma boa dose de sustos. Geralmente dão uns toques de gore, não sendo obrigatório serem classificados como tal. Produzem-se assim alguns clássicos do terror, apenas envergonhados pelo que se seguiu. Wes Craven e John Carpenter são dois desses nomes, respeitados pelo talento incutido em cada um dos iniciais. Outro primordial do género e um dos filmes absolutos do slasher film é Psycho, com outro realizador inquestionável ao volante. Hitchcock livraria assim as medidas do slasher dos tempos que viriam. Os restantes derivam do trash, série B, série Z e Grindhouse. Todos eles inúteis, mas também evitáveis.


Torture porn
Após o gore, o slasher e o terror não tinha mais onde se encostar, redefiniu-se um novo tipo de terror macabro. O sexo sempre esteve muito presente nestes géneros mas daqui para a frente a violência seria pormenorizadamente apontada para este tema. As antigas influências do Splatter acabariam por gerar uma nova onda de filmes derivados da nudez, tortura, mutilação e muito sadismo. Foi Eli Roth o principal impulsionador dessa moda. Hostel acabaria por puxar para os limites (se é que ainda os haverá) tudo aquilo que o cinema conhecia do horror. Já não seria apenas a morte após o sexo, mas envolveria a sexualidade nas cenas de tortura e mutilação num abuso de imagens gráficas difíceis de engolir. Seria o factor ‘voyeur’ e grotesco do espectador a fazer o seu trabalho (tal como alguém abranda no trânsito para ver um acidente).
Saw viria a gozar dessa popularidade, com banhos de sangue incompreensíveis para a generalidade do grande público. Tende a banalizar a violência como produto de consumo e um meio de vender a vulgaridade visceral no mercado. Apesar de títulos como The Devil's Rejects, Wolf Creek e Ichi the Killer se inserirem neste pacote, distanciam-se moralmente dos dois exemplos anteriores por não receberem um lançamento em salas tão alargado e por terem orçamentos de produção muito mais reduzidos.
A título de curiosidade, este género acabou também por receber uma alcunha. A combinação de gore com porno vem rotulá-lo de gorno, num portmanteau sugestivo que fica no ouvido.


Carnography
Do latim “carnis” (carne) e do grego “grafi” (escrita), cria-se um neologismo que identifica qualquer obra que contém material violento e excessivamente sangrento, usando-se das técnicas do torture porn. É também por vezes referido de violence porn.


Splatterpunk
Quando a ficção de horror se ia distinguindo como violenta, carnal, hiper-gráfica e sem limites nos meados dos anos 80, cunhou-se este termo que referia o distanciamento do terror clássico e tradicional. Mais tarde, a expressão foi substituída por outra sinónima de sentido: O body horror seria então o género a seguir por alguns realizadores mais atraídos por esta vertente mais orgânica. Clive Barker e os seus Hellraiser seria o expoente máximo do corpo como sacrifício.



SAIBA TAMBÉM QUE...
Final girl/Survivor girl

Particularmente em filmes slashers há especificamente uma mulher que sobrevive ao massacre. Resta no final para o confronto derradeiro com o assassino, vencer e ficar para contar a história. Com particularidades similares de um filme para o outro, a virgindade era sempre associada a essa personagem. Seria normalmente mais inteligente, astuta e vigilante que os anteriores amigos já chacinados. Actualmente um cliché, foi uma das regras a seguir religiosamente na década de 80 até então. The Texas Chain Saw Massacre, Alien, Halloween, Friday the 13th e A Nightmare on Elm Street nunca fugiriam ao esperado. Mesmo Scream viria a terminar deste modo, apesar das explicações cinéfilas durante esse mesmo filme sobre o assunto.


J-Horror
O termo usado para designar o cinema de horror produzido no Japão. É notável pela sua temática em relação ao ocidente, focando-se no horror psicológico e na tensão acumulada. Envolve fantasmas, exorcismos e conteúdos baseados nas lendas religiosas locais.


K-Horror

Outro termo que resume o cinema de outro país oriental, a Coreia (Korea). Tenta distinguir-se do sucesso atingido pelos vizinhos japoneses. Contém os mesmos aspectos, temas e visual do J-Horror, mas aplicado nas regiões do seu país usando os seus próprios elementos culturais. O K-Horror tende a apoiar-se mais na angústia e sofrimento do personagem ao invés de abusar nos efeitos gore e sangrentos.

Artigo originalmente publicado na TAKE nº8, Outubro 2008

18/01/11

Expectativas 2011

2011...
Ano novo, filmes novos.
Nesta lista esperam-se pelos “ovni’s” cinematográficos. Nada de Thor, Piratas 4 ou Transformers 3... Só filmes brain-mixer! Espero ser surpreendido, é assim que descubro aquelas ‘jóias’ do cinema estranho.


The Adjustment Bureau
O que tem: Conspirações e perseguições misteriosas (lembram-se de Dark city?)
Data de estreia: 4 de Março

O que tem: Delírios visuais na mente de uma "louca"(?)
Data de estreia: 25 de Março



Source Code
O que tem: Viagens no tempo (em loop!)
Data de estreia: 1 de Abril

O que tem: Espero mais de Logan's Run e menos de The Island. E é o novo filme de Andrew Niccol, é preciso dizer mais?
Data de estreia: 30 de Setembro


O que tem: The Fountain + Moon... Será assim que o trailer promete?
Data de estreia: Há antestreia em Fevereiro, mas não foi anunciada data a nível nacional (nos EUA).



Após ver os respectivos trailers (nos links de cada título), é impressão minha ou estes "quebra-cabeças" estão cada vez mais mainstream??

16/01/11

Rivais do cinema


Fora da tela há outras rivalidades que não as óbvias. Freddy VS Jason ou Alien VS Predator são apenas ficção. É a rivalidade NO cinema, não DO cinema.
Outras "turras" que por aí andam são algumas delas bem mais interessantes:


Lumières – Edison

A mais antiga rivalidade do cinema.
A História dita que os irmãos Lumières desenvolveram a habilidade de captar em película e projectar através de luz, imagens em movimento. São os inventores do cinematógrafo. Mas Thomas Edison, raposa velha e detentor de várias patentes e invenções populares (tais como a lâmpada eléctrica), não se deixou atrasar nesta oportunidade alheia. Reinventou a forma de fazer cinema e deu-lhe fama e proveito, ao torná-lo num objecto comercial. Inventava o Kinetoscópio. Em França, os Lumières ainda não se apercebiam do tesouro que tinham entre mãos e davam-lhe apenas um uso experimental e mera curiosidade científica ao apresentá-lo ao público. Mas do outro lado do Atlântico, Edison, capitalista americano, registava como sua patente e ganhava dinheiro com isso. Estava a tornar o cinema como uma forma de arte lucrativa, ao dar aos ricos uma forma de distracção.
Um século depois, o cinema é uma das formas de arte mais populares do mundo (e uma das mais lucrativas).
O pico da batalha:
1895, ano determinado para o nascimento do cinema.


Star Wars / Star Trek

O duelo mais famoso da lista.
Entre os dois lados da barricada, os fãs são muito diferentes de si. Apesar da génese ser a mesma, são conceitos opostos que variam em redor da F-C. Entre a exploração espacial mais aventureira, ou a análise social e política entre os temas mais regulares de Star Trek; Star Wars vai pelo lado épico e de entretenimento, com os seus bons e maus clássicos e a propaganda explosiva.
Star Trek é um mundo à parte de Star Wars e é por isso que tanto chocam um com o outro. É muito difícil alguém gostar muito de ambos. E porque Star Trek nasceu primeiro, nos anos 60 com a mítica série original, foi com a popularização generalizada de Star Wars no final dos 70’ que atirou Star Trek para um canto. Os fãs de SW gozaram desde logo então de uma maior visibilidade e tornou os Trekkies como os marginais e nerds elitistas. Estes últimos atacam com o argumento de que são os fãs da “verdadeira e mais precisa" ficção científica.
A batalha entre os dois grupos está a passar por uma revolução, muito devido à má prestação das novas prequelas de SW. E o conceito de trekkie poderá mudar drasticamente com a revolução que foi o filme de JJ Abrams...
O pico da batalha:
1997. Ano do relançamento da trilogia original da Guerra das Estrelas nos cinemas, por alturas em que Star Trek estava na transição para a "The Next Generation".


Schwarzenegger / Stallone

Nos meados dos anos 80, estes dois andaram às turras, insultaram-se na imprensa e batalhavam-se no box-office. Era o começo da carreira de ambos, quando os dois explodiam em Hollywood. Eram dois "touros" de testosterona que digladiavam o título de Action Hero do cinema. Eles dominavam o género de acção durante essa década.
Tinham sido compinchas, zangaram-se, reataram, voltaram a zangar-se e a ofenderem-se mutuamente. Mantiveram carreiras idênticas (filmes de “acção-destroy”, musculaturas exageradas e apetência regular por comédias ligeiras), mas durante estas duas décadas, nenhum deles saiu a perder, apesar das oscilações de ambos. Mas na década de 90 fizeram as pazes, foram sócios fundadores do Planet Hollywood e ainda hoje são amigos que até aparecem juntos em filmes (Expendables).
O pico da batalha:
1985. Commando de um lado e Rocky IV/Rambo II do outro.


Silver / Bruckheimer

Cada um joga no género de acção explosiva e de grande orçamento. O auge deste duelo aconteceu em finais dos anos 80, enquanto Joel Silver se saiu com obras tão fascinantes como Die Hard, Lethal Weapon e Predator, houve uma dupla que foi ganhando o seu pequeno espaço: Don Simpson & Jerry Bruckheimer. Desde Flashdance, Top Gun e Beverly Hills Cop, os blockbusters estavam a ser lucrativos para estes últimos. Mas com a morte de Don Simpson, Bruckheimer decidiu continuar sozinho (Veja-se a espiritual comparação dos logotipos entre o antes e depois). É então que o jogo muda de mão e a partir de 1995, foi o marco de mudança para Bruckheimer.
O pico da batalha:
No final dos anos oitenta, quando ambos lançavam sucessos. Mas em 1995 também houve escarramuça.


Pixar / Dreamworks animation

A Pixar lança o primeiro filme em 1995 com Toy Story e todos percebem que uma parte do futuro passa por aqui. A animação CGI viria para ficar. Logo Spielberg, Katzenberg e Geffen (SKG) trabalham nesta área. Têm o seu primeiro filme em 1998, curiosamente com temática idêntica à da Pixar: Antz de um lado e A bug's life do outro. As formigas eram coincidência a mais. 2001 era a vez dos Monstros. E em 2003 haveria outra: Peixes.

Passados uns anos, cada companhia seguiu o seu curso. Bastante diferentes, diga-se. A Dreamworks pelo caminho da comédia e satirizando a cultura-pop. A Pixar preferiu apostar nas histórias, enternecedoras e moralistas. Hoje o duelo debate-se sobretudo no Box-Office. Se a Pixar consegue na maioria das vezes o lugar acima, a Dreamworks consegue com diversos títulos bons resultados na totalidade (veja-se os seus 3 filmes deste ano) e faz uso (abuso) das sequelas. Veremos o que nos trarão nos próximos anos.
Este é um duelo que ainda vai render muita porrada.
O pico da batalha:
No começo de ambas as companhias, quando lançavam temas idênticos.


Marvel / DC

A DC já colaborava com a Warner desde há muito. Superman e Batman eram adaptados com sucesso, com muitas sequelas atrás (e de qualidade duvidosa). E a Marvel andava nas ruas da amargura, ao adaptar o seu invejável catálogo de forma vergonhosa. Howard the Duck foi talvez o ponto mais baixo dessa fase, onde houve mesmo uma versão de Spiderman de Honk Kong, com redes de baliza a sair-lhe das mãos. Ou até o Fantastic Four e Captain America de Roger Corman... Nos comics, a luta era geralmente um empate, mas no cinema estava completamente desigual. E em 1998 a história mudou: Blade é um pequeno sucesso e arriscam levar os seus super-famosos nomes da forma mais blockbusteriana possível. Com estrelas conhecidas, estúdios de 1º linha a pegar nos projectos, saíram os sucessos que hoje conhecemos. Hoje, a luta no cinema está ao rubro, nunca vista até hoje. A qualidade das aventuras felizmente não decaiu bastante (apesar de alguns percalços). A Marvel espera ansiosamente do retorno dos direitos dos grande nomes à casa-mãe, para assim reger da melhor forma o seu capital. Com a entrada da Marvel na Disney, aguardamos com expectativa para ver o que a DC irá fazer. Aqui vai doer a sério!
O pico da batalha:
Ainda está para vir. The Avengers está a chegar e Justice League está a ser preparado. Com tantos confrontos nos últimos anos, espera-se algo épico.


Team Edward / Team Jacob

Este blog é à prova de histerismo. Mesmo não apreciando a saga Twilight, tenho forças para referir qual a razão porque tantas fãs se “insultam e ofendem”. Há quem goste do Vampiro, há quem goste do Lobisomem... Para mim é igual, ambos não têm futuro.
Entre as fanáticas neuróticas, discutem entre coragem, romantismo, músculos, cor dos olhos ou o amor que Bella tem por cada um deles. E eu, quero lá saber...
O pico da batalha:
Estreia de New Moon. Jacob estava a despontar e ainda Bella andava toda trocada. Com o tempo isso passa-lhes.

14/01/11

13/01/11

Equação Aritmética

Wayne's World
(Dois amigos com um QI abaixo da média que adoram o rock)

+
A Night at the Museum
(Um indivíduo dá de caras com diversas personalidades da História da humanidade)

=
BILL & TED EXCELENT ADVENTURE

11/01/11

Brain-Movies de 2010


Como de costume todos os anos, os filmes mais estranhos, diferentes e intricados do ano são revelados. Sem fugir às minhas raízes, os brain-movies de 2010 em ordem de estreia, aqui estão:



SHUTTER ISLAND


INCEPTION


BLACK SWAN

Black Swan, segundo Arronofsky

Aronofsky sees “Black Swan” as a werewolf movie.



While responding to the physicality of a ballet movie being important, he also mentions his angle to his newest offering. “It’s about transformation, it’s ultimately a werewolf movie. Swan Lake is about a girl trapped as a swan, at night she’s half swan half human, so I saw it as a werewolf movie.”

in indiewire

05/01/11

TOP Posters 2010

Este género de Top deveria acontecer (e aconteceu, por um ano) no morto e enterrado spin-off brain-poster.
Mas a vontade de fazer isto é maior e então mais vale aqui que em lado nenhum. Ora cá vai, melhores posters de filmes estreados em 2010.

Segundo a minha escolha pessoal, as preferências incidiam em duplos sentidos, pormenores inteligentes, "tromp d'oeil", temas icónicos ou apenas imagens soberbas.

10
Toy Story 3

9
Buried


8
Why did I get married too


7
127 hours


6
Kick Ass


5
From Paris With Love


4
Black Swan


3
Repo Men


2
Next Three Days


1
Devil


Muitos outros ficaram de fora, mas vale a pena referir que Date Night, Devil #2, Frozen, Inception, Jackass 3DLet me in, Nightmare on Elm Street e The Expendables, estiveram no lote dos finalistas.
Opiniões?