08/07/11

Chucky - Good Guys Edition

Chucky - Good Guys Edition

O boneco assassino está no brain-mixer. Resolvi comprar o Chucky (a Noiva veio por acréscimo) no ebay em segunda mão. Está em bom estado, apenas com as cores um pouco esbatidas. Mas de resto está óptimo!

Como não tenho autorização da madame para obter o Chucky Full Size cá para casa (são para aí uns bons 40 cms!), tenho de me contentar com os action figures. Adquiri as versões do quarto filme, Bride of Chucky.
Ora, estou com eles na mão e lembro-me de lhe fazer a caixinha onde são vendidos os bonecos no filme, os Good Guys!

 Na internet consegue-se facilmente encontrar as imagens exactas, ora em frames soltos ou mesmo duas fotografias da caixa desdobrada.
É só reconstruir e retocar em photoshop com as medidas certas e voilá!


As traseiras também correspondem perfeitamente ao mostrado nos filmes. Tive uma dor de cabeça para conseguir encaixar tudo isso em folhas tamanho A4, devido à limitação da impressora. Mas cortando aqui, colando ali, disfarça bem.



No topo, o encaixe é outro pedaço solto colado à embalagem. Sem abas, que bem vistas as coisas, aquilo não abre assim de qualquer modo...
Abrindo, deparamos com duas secções: A rambóiada do casal e os 5 filmes bem aconchegadinhos em versões amaray slim.


É verdade que o modelo adequado ao seu interior seria a versão do primeiro (e segundo) filme. Mas é que, epá, estes dois sádicos com um sorriso de orelha a orelha, por trás do plástico ficam tão creepy!


Eheh, adoro vê-los ali tão aprumadinhos (e prontos a rasgar a película de plástico e... atacar!)


07/07/11

Dirty Harry - Suitcase Edition

Dirty Harry - Suitcase Edition

O Harry Callahan e os seus cinco filmes aterraram na minha secretária. Eu tinha de fazer algo por eles.
Clint Eastwood merecia uma coisa a valer. Não aquela coisa de papelão que vendem por aí.
Adianto desde já que sinto esta maleta inacabada, faltando por lá alguns "brindes". Mas já lá vamos...

Com uma maleta 28 x 31 cms, desviei-me desses papelões. Faz lembrar os attachés de James Bond e Matrix.
Colagem inserida no topo, com uma imagem retirada da edição oficial da série. Um pouco desfocada, mas foi o melhor que se arranjou...


Abrindo, encontram-se divididos em pequenas áreas diferentes objectos: Os DVD's, um livrete, uma arma, algemas e o cartão de identificação.
Na parte superior, uma espécie de wallpaper a dar as boas-vindas.


O cartão de identificação policial de Harry Callahan. Aqui nota-se perfeitamente a grande ausência da maleta: O crachá nº 2211 de San Francisco deverá ser incluído, mal que possa, ao ID de Inspector.

Um inspector nunca sai de casa sem o seu par de algemas...


Sim, eu sei que isto não é uma Smith & Wesson model 29... Onde é que isso pára... Eu não vivo nos States, meus amigos!
Por enquanto, tenho uma réplica barata a imitar, daquelas de carnaval.



O livrete criado de raiz (paginado, impresso e encadernado cá em casa) tem na capa, arte de Olly Moss (o grande artista) e no interior contém as demais informações sobre os 5 filmes: Desde a sinopse, ficha técnica, trivia, notas de produção, etc. Toda a informação foi retirada da Wikipedia.


Por baixo do livrete, guardam-se os 5 DVD's em caixa amaray slim.


Pode parecer vistosa, mas sinto que falta ali "qualquer coisa".
Ando a pensar juntar-lhe uns ficheiros policiais como fiz para o Police Academy, mas desta vez sobre os criminosos capturados por Callahan.
Pensei também criar um pequeno álbum de fotografias 10x15 cms a preto e branco, mas as fotos do livrete já ilustram essa vertente.
Falta mesmo o crachá... Encontro-o no ebay à venda, podia comprá-lo já amanhã.
Mas está um pouco caro para uma chapinha tão pequena. Vou aguardar até os chineses fazerem mais barato, eheh. Quem espera sempre alcança...
E talvez arranjar também umas balas, para enfeitar.

06/07/11

Semelhanças à parte

ISTO


parece-se preocupantemente com

ISTO



Mas com as devidas diferenças, Michael Bay fez um melhor trabalho na área do espectáculo.

Elm Street BOX-SET

Regressei às caixas caseiras. Mais quatro para vangloriar as minhas bricolages. Espero que apreciem!



ELM STREET BOX-SET


Transformação mais que simples, mas elegante.

O revestimento tem o visual da camisola do nosso conhecido Freddy Krueger, com um logo da Elm Street Collection.


A abertura é lateral, deslizando o interior para um dos lados.


Contém os 7 filmes da série em capa amaray slim, para caberem todos (O Freddy VS Jason será à parte, já que pretendo fazer à série Friday the 13th o mesmo que fiz com isto)


Apesar de conter apenas os DVD's, eu tenciono juntar-lhe futuramente uma colecção de fotografias e posters vintage da série.



(Sim, se vocês repararam no link de um blog estranho estampado como "marca de água" nas imagens, é de facto (mais um) blog da casa. Esse, direccionado para o público internacional. Em inglês e tudo...)

04/07/11

Brain-movie Update: The Nines

Continuando a descobrir brain-movies, quase todos eles pouco divulgados (e apreciados), vou de encontro a um razoavelmente recente. Descubro o trailer no youtube e arrisco. THE NINES. É um filme de 2007 com Ryan Reynolds. Arriscado, sim. Realizador desconhecido. Mais arriscado ainda, mas dou o benefício da dúvida.
A princípio pensei que este filme se tratasse de uma comédia. Estranho, porque depois de ler a sinopse, senti algo mais como o Number 23 ou o Donnie Darko...
Mas o filme foi-se tornando cada vez mais opressivo e distorcido. Percebi que a alegre primeira parte fazia parte do jogo fílmico.

Para quem torce o nariz a Ryan Reynolds, fica abismado com o que ele consegue demonstrar aqui. Se no início parece-nos algo carcatural (faz parte do jogo fílmico, lembram-se?), vai adensando a(s) personagem(ns) numa espiral de tormento. Ele arranca o que precisa dos momentos dramáticos o suficiente para tornar credível o suficiente o que lhe vai na alma.

Os neurónios começam a agitar quando aparecem os tais números 9 em todo o lado. Ok, isto não é o Number 23 e nem é isso o mais importante na narrativa. São apenas algumas pistas para fazer ligações entre os três segmentos. O que mais mexe com a cabeça é o cruzamento dos diversos "mundos", tal e qual um puzzle multidimensional.
Quem viu o Stay, The I Inside ou o mais recente Passengers, não fica surpreendido com as respostas dadas. Não há surpresas inovadoras ou finais surpreendentes, mas no final, a conclusão é satisfatoriamente complexa para nos deixarmos envolver com estes personagens. Este é o grande trunfo do filme. Mais que um bom twist, ele deixa isso para um canto e dá-nos um convincente thriller dramático.

De 1 a 5:
4 neurónios para a complexidade narrativa
3 estrelas para a qualidade cinematográfica.

01/07/11

The Avengers com Skrulls

Lê-se na notícia "Marvel Studios Moving Forward With Short Films? Agent Coulson To Star In First Two". Ok, esperávamos curtas sobre o Luke Cage, Black Panther, Iron Fist ou o Dr Strange...
Mas anda por aí um rumor bem interessante sobre o Agente Coulson da SHIELD. Aproximando-se o filme The Avengers, há quem diga que ele é um Skrull...
Poderia??

26/06/11

Meia dúzia... Parece que foi ontem!

6 anos lá vão desde que criei este blog para me entreter. Hoje, já faz parte da minha vida.
Muitas mudanças, muitas pausas, m uitas crises de identidade e criatividade. Há semanas que me apetece fechar. Mas logo desisto e faço daquelas pausas em que "desapareço".

6 anos depois ainda cá estou... Obrigado!

24/06/11

Outros Carros 2

A Pixar estreia o seu novo filme daqui a nada nos States. Parece que temos por lá uma referência a James Bond em forma de Aston Martin... E cá fora, pela net? Passeando pelo Deviantart, podemos encontrar um punhado de artes interessantes.
Carros famosos? Há pró o menino e prá menina!










21/06/11

Copy / Paste

Conduzir carros cortados ao meio
Os heróis sabem sempre safar-se de qualquer situação. Mesmo que lhes destruam o modo de transporte.
Após o veículo se desfazer em duas partes, eles não páram... por nada!


The Love Bug
Herbie estreia-se no cinema invencível. Nem desta forma o impede de ganhar uma corrida, que termina com a parte traseira (!!) a chegar primeiro à meta...



Le gendarme et les gendarmettes
Estes exemplos surgiram-me após ver o Green Hornet e lembrei-me imediatamente deste. Os outros surgiram por acréscimo. Aqui, a Madre Superior tenta a todo o custo chegar com o seu Citroen 2CV à esquadra para avisar os restantes polícias do perigo iminente.



007 - A view to a kill
James Bond já tinha feito de tudo um pouco, menos conduzir desta forma nas ruas de Paris. A Renault pagou bem para mostrar a sua marca imparável...



The Green Hornet
O Imperial é tracção dianteira, logo, porque não continuar? Além do mais, este gadjet digno de Bond está apetrechado com tudo de bom: Mísseis, metralhadoras, tudo na parte da frente. A traseira só incomoda!

17/06/11

Sequelas que repetem a fórmula

Refazer na sequela.
Recomeçar igual, ou com os mesmos pontos que marcaram o original.
Copiar a papel químico os momentos marcantes do filme original.
Curiosos?



A sequela-remake
Refazer um filme que se auto-intitulava de low-budget, onde se refazia o mesmo com um maior orçamento. Mais explosões, melhores efeitos visuais, e actores sonantes. 

EVIL DEAD 2

O primeiro Evil Dead marcava um território de Sam Raimi, com um bosque amaldiçoado e um espírito que atacava Bruce Campbell e amigos. O segundo filme é um remake com maior orçamento do original. À medida que a narrativa se desenrola, percebemos que é exactamente a mesma história do 1, até ao momento em que o espírito ataca Bruce indo na sua direcção. Se em Evil Dead a história acabava aí, em Evil Dead 2 continua esse ponto. Então, se durante a primeira meia hora de filme reconta (refilmado) o que já conhecíamos, o resto do filme é já uma história totalmente original já com efeitos vistosos e uma actuação mais credível, para além de um maior desenvolvimento de personagem. Há uma maior diferença de género entre od dois, o 1 como Horror e o 2 mais em tom de comédia. E Ash não teria a sua motoserra-mão se não fosse esta continuação.


DESPERADO

Desperado é mais do mesmo. Robert Rodriguez quis contar como devia ser a história, após dar que falar com um baratíssimo filme independente a fazer furor em Sundance. Mas o "como devia ser", para ele era ter explosões, estampar o Banderas e o nosso Quim a chatear-lhe o juízo. A grande diferença mede-se no orçamento obtido para criar esta sequela/remake. Apesar da diferença económica, o realismo violento é até mais chocante no filme original, vá-se lá saber porquê (PG-13, helloooo). Esse dinheiro extra(ordinário) permitiu-lhe criar cenas de acção mais elaboradas e duas sequências de tiroteio inesquecíveis. Nesse final traz até mesmo uns amigos, sendo um deles o próprio actor que interpretava o personagem principal. Weird...

ESCAPE FROM L.A.

A mais-que-esperada sequela do sucesso de 1981 é nada mais que um lifting do original, muito do qual é idêntico ao Escape from NY. Bem, se não contarmos com a mudança de localização (troque-se New York por Los Angeles) e um Snake Plissken 15 anos mais velho... Apesar da tentativa, foi um dos casos em que não resultou muito bem. Quem sabe se uma sequela com outro formato, mais arriscado e ambicioso (e a onda gigante não conta!) pudesse ser mais cativante.





A sequela reciclada
Uma nova aventura, distanciada do primeiro mas com alguns pontos coincidentes. A estrutura é muito idêntica apesar de ser uma história diferente.
Há ali referências nostálgicas ou apenas por in-joke.


TERMINATOR 2

Os momentos-chave dos filmes são as cenas de acção, dominadas por perseguições implacáveis entre camiões, motas e carros entre si em diversos momentos de ambos os filmes. Cada sequência é passada a papel químico do primeiro para o segundo, trocando-se a ordem de quem conduz o quê.
O factor novidade e frescura é a inversão de papéis: O T800 passa de mau a bom, a Sarah de pobre indefesa a heroína musculada e John faz aqui de indefeso... É só ligar os pontos de união entre dois filmes tão próximos um do outro.
Outras cenas que fazem lembrar o clássico de 1984 é a agora tradição de manter o clímax final em locais industriais. Ou ter as frases "Come with me if you want to live", "Get out" ou "I'll be back" em todos os filmes da série.
Mas há algumas cenas que piscam mesmo o olho ao original. Quando Sarah Connor se afasta de Reese no final do 1 e ele lhe grita para fugir, mesmo ela resignada, no 2 temos a mãe a fazê-lo ao filho, ao colocá-lo no tapete rolante. E a mais icónica de todas: Quando o Terminator sai do meio dos destroços de um camião cisterna em chamas, há a espera de ver o T1000 sair das mesmas chamas na 1º perseguição. Foi tudo uma questão de suspense e timing.

Home Alone 2
Kevin Mccallister fica por duas veze esquecido. Com as devidas diferenças, o humor passa pelas mesmas ocorrências.
E os "best moments" repetem-se: Os clips do filme de gangsters a preto e branco a ser usado de forma semelhante, a hedionda personagem com que Kevin se assusta mas na verdade acaba por acarinhar no final ou até aqueles pequenos gags repetidos e alterados de um para o outro...

Hangover 2

Las Vegas ou Bangcock, a bebedeira dá sempre o mesmo resultado: Ressaca e amnésia.
Não interessa se algo aconteceu de mau, nessa manhã tem de haver um animal exótico, uma enorme anomalia na cara de Stu, alguém desaparece da noite para o dia e... um casamento fica em risco de não ocorrer. Piadas novas, situações idênticas.





As sequelas-reboot
Uma sequela há muito esperada, mas que corta com partes de um passado turvo. Introdução de personagens novas ou eliminação total de erros em algumas sequelas são recorrentes.

Predators

Após o Predator 2, não havia nenhuma expectativa de haver um terceiro filme. Tanto que o sucesso nem foi nada de especial. O Predador ficou em águas de bacalhau... Até uma rivalidade vir ao de cima: AVP iria ajudar a relembrar a criatura (ambas). Mas nem esse, nem a seuqela fez jus ao material e decidiu-se riscar da continuidade qualquer ligação com estes filmes não canônicos. Predators viria pouco depois, com produção de Robert Rodriguez a querer homenagear o clássico filme de 1987. Não só o ambiente seria novamente numa densa selva tropical, como seria um novo grupo armado e treinado para matar a ser alvo da matança. Pequena reviravolta: Nada de planeta Terra. Agora estamos num planeta longe do nosso, desconhecido. Daqui para a frente temos os tais piscares de olho às cenas que marcaram o filme com Schwarzie, como as frases "Over here..." "You ugly motherfucker", a utilização da lama, entre outras semelhanças.
E até o elenco tem parecenças: Há o "da minigun", um "gajo das facas/espadas", um preto careca e uma mulher. Predators poderia chamar-se Predator 3? Talvez, mas essa não é a ideia. Tanto que o final indica que continuaria nesse planeta. Quem sabe que venha uma sequela chamada Predators 2.

Superman Returns

Este foi realmente um caso especial. Bryan Singer quis relegar para um canto o 3º e 4º filme, fazendo esquecer que existiriam. Sendo então uma sequela directa do filme de Donner, e ele aceitando o Superman 1 e 2 como um filme só (lembrem-se que o plano seria ser um filme só de quase três horas, até decidirem cortar ao meio), o Superman Returns pode ser visto como A sequela de Superman? Como um segundo capítulo? Confuso...
Talvez, antes pelo contrário, ser uma tentativa de relançar a saga para um público mais jovem, onde o passado que não é esquecido mas é "editado". Singer quis recomeçar em alguns pontos: Podemos ver que Lex Luthor está de volta (novamente) e a estrutura não é muito diferente da do filme de 1978. Até alguns momentos de adolecência de Clark Kent em Smalville volta a aparecer.
Resultou? Não. A Warner decidiu fazer um reboot como deve ser.
Agora o novo filme de Zack Snyder para o ano que vem, isso já é outra história...





As sequelas-update
Revitalizar um objecto desactualizado para os dias de hoje, com uma frescura própria para o público mais jovem e exigente. Isso aplica-se essencialmente em casos de desgaste visual.

Alice in Wonderland

Tim Burton fez algo mais curioso (confuso): Pegou em ambos os livros (in Wonderland e through the looking glass) para fazer um só filme. Então é um remake e uma sequela ao mesmo tempo. Mas é acima de tudo uma sequela das histórias originais porque refere no começo do filme que Alice está agora crescida e lembra-se que em criança esteve nesse mundo imaginário. A toca do coelho, os frascos de encolher/crescer, o Chapeleiro Maluco, etc.
Mas porquê então repetir todas as sequências do livro? A primeira metade do filme é um remake de, por exemplo, filme de 1952 da Disney, a versão animada. Era para terem a sua versão live-action e... em 3D. Outch.

Tron Legacy

A nostalgia percorre 28 anos desde a introdução de gráficos computorizados utilizados pela primeira vez até aos dias de hoje, onde o CGI é rei e senhor. A sequela tardava em aparecer, para revitalizar um conceito que transpirava efeitos visuais até ao tutano. Jeff Bridges regressa, mas o filho é que passa pelos mesmos obstáculos e desafios que em 1982. Tiro ao alvo com os discos, as famosas corridas das Lightcycles Bikes e um vilão do Computador, com as devidas mudanças. As semelhanças estão lá, apesar do lifting para um novo público: Não é o mesmo espectador naif da década de 80, este de agora já fala em bits desde o primeiro "bê-a-bá" e não se surpreende com estes mundos virtuais. Sucesso? Nem por isso. Mas os dados estão lançados para uma nova sequela...