26/10/13

Votações abertas


As votações para os TCN Blog Awards estão abertas.
O meu singelo blog tem duas nomeações este ano:
- Para a categoria Melhor INICIATIVA, concorre o meu álbum dos posters alternativos "Posters Caseiros: O Livro"
- Para a categoria Melhor RÚBRICA, concorre a minha colecção customizada de caixas DVD "Brain-Collection"

Para quem me segue há muito, sabe o que a casa gasta. Por isso peço o vosso voto para não fazer má figura na cerimónia do dia 7 de Dezembro. Sim, porque há dois anos fiquei em último, Buááá! 

Mas não é com choradeira que se ganham votos. É com o vosso apoio. Por isso, vá, toca a ir ao blog http://cinemanotebook.blogspot.pt/ e votar na barra lateral direita.
Um grande obrigado pelo vosso apoio!






23/10/13

Posters Caseiros: Fictional Countries (continuação)

São as obras que faltava apresentar do livro.
Terminaria a série "Fictional Countries in Movies" (lembram-se?) com estes dois casos. Muitos outros poderiam ser produzidos, mas a imagética destes ganharam a corrida.

Krakozhia de Terminal (2004) e Agrabah de Aladdin (1992)
Tudo o resto no deviantart, como sempre...



22/10/13

A porrada está prestes a começar!


O grande CINEMANOTEBOOK fechou as candidaturas para os TCN Blogger Awards 2013.

Se no ano passado eu não me inscrevi em nenhuma categoria por achar que não merecia (e não tinha feito por isso), este ano joguei diversas candidaturas para as listas de "Artigo de cinema", "Iniciativa" e "Rúbrica"...

Detenho-me de enunciar quais as minhas escolhas, fiquemos apenas à espera dos nomeados que o Miguel Reis irá anunciar brevemente.
Expectativas à parte, contento-me com a animada festa que se vai fazendo todos os anos nos encontros da cerimónia. Que nunca morra.

06/10/13

Criterion engraçadinha

Parece que esta já é velha, mas tendo eu só descoberto hoje, decidi partilhá-la:


Esta é a capa da Criterion para o filme "Um Polícia no Jardim-Escola".

03/10/13

Poster Caseiro: RAMBO Series

Ora cá está o que faltava do Livro "Posters Alternativos", onde os afortunados que compraram o álbum tiveram o prazer de observar em primeira mão.

Rambo Series permite aperceber a arma predilecta de cada um dos filmes no seu local de aventuras. Uns mais camuflados que outros...

Para ver em separado, passem pelos links, que vos direccionarão para a minha página Deviantart (onde poderão ver o resto da colecção na galeria)
Espero que gostem!



Os posters não acabam aqui, de longe, com uns futuros cartazes a figurarem no mais-que-certo Volume II.
Mais para breve.

(E eu sei que tinha soprado a sete ventos que iria lançar uma surpresa em Setembro, mas as condições não estão fáceis. E porque estou a tentar dar-lhe outro rumo mais, digamos, ambicioso...)

25/09/13

Universo Paralelo: E se...

A Marvel desde sempre nos habituou com os seus especiais "What If...?", números únicos com narrativas de acontecimentos alternativos ao cânone. Há histórias curiosas, mais obscuras e mais interessantes conceptualmente. O que vos quero trazer aqui é um conceito idêntico, em que o mundo cinematográfico é questionado. Traçando paralelismos com o imaginário popular, pequenos detalhes do filme mudam para modificar o filme (e quem sabe, salvar da desgraça). Aqui a criatividade anda aos pulos.
Vão-me desculpar, mas vou usar neste texto muitos "mas"...


The Mask fosse uma adaptação fiel dos comics originais
O filme é sobejamente conhecido pelo público como a alavanca para o humor de Jim Carrey. Um humor histriónico que se adequava ao argumento, donde a "faceta de Loki" (quando ainda ninguém falava em Marvel) dava azo a sequências de piadas físicas e surrealistas. Mas o material original era bastante mais soturno que o visto no ecrã... The Mask original era algo entre um Punisher meet Saw, um serial-killer sádico que não se importava de trucidar os seus inimigos. Com um Rated R, teríamos sangue, muito sangue. Um filme ultra-violento e nada inofensivo era o que poderia ter ficado no historial de 1994. Mas a verdade é que o box-office ficaria muuuito aquém dos resultados da versão de Carrey. Passaram-se quase 20 anos: Vai um reboot fiel?


Star Wars 6 - Return of the Jedi nos apresentassem os Wookies em vez de Ewoks?
Como inicialmente estava previsto, George Lucas escreveu um guião preliminar onde quem ajudava a Aliança Rebelde seriam os espécimes idênticos ao Chewbacca. A batalha poderia ter sido algo mais violenta (ou pelo menos grandiosa) e Chewbacca recuperaria o papel de maior destaque que sempre mereceu. Lucas mudou de ideias e pensou no lado "familiar". O cobardolas...
Acabou por nos dar outra versão da batalha no episódio 3, no planeta de origem Kashyyk. Mas já não é a mesma coisa.





Matrix 3 nos desse um twist final de gelar o sangue.
O último acto de Matrix Revolutions é incapaz de nos deixar uma resposta limpa. É um quebra-cabeças vago (infantil, diria mesmo) que provavelmente os Wachowski julgariam que os fãs iriam levá-lo ao colo como o Blade Runner ou o 2001... Pois falo neles porque passados tantas décadas e os finais ambíguos deixados por eles continuam a martelar teclas por essa internet fora. E Matrix 3? Pois, deixa-nos a questionar não o verdadeiro significado daquele desfecho, mas o porquê dos realizadores quererem terminar uma trilogia daquela forma! Sim, preferiria uma explicação lógica, simples, mas atordoante. Como por exemplo, Neo tivesse sido criado para destruir Zion por dentro, como um infiltrado sem ele ter conhecimento. Ou Neo fosse ele próprio parte da Matrix, dando assim explicação para os seus poderes dentro e fora da rede. Ou... Epá, podia ser muita coisa. E se Neo... Não fosse real...? Puffft.


Em Terminator 3, a T-X reprogramasse o T-800 mais cedo
... E passasse o tempo restante com 2 extremindores atrás de John Connor. No filme, a relação entre Connor e o extreminador está algo fria, vaga e sem expressão, desligando tudo aquilo que James Cameron tinha desenvolvido no filme anterior. Porque razão Jonathan Mostow não deu primazia a essa ligação? Perde-se a empatia com o público e ficam as menores sequências de acção. Que melhor maneira de reavivar o jogo, se Schwarzenegger voltasse ao dark Side, tal qual como no primeiro filme, mas com companhia feminina a ajudar à festa?...






Martin Riggs tivesse morrido em Lethal Weapon 2 como era suposto
Quando Shane Black estava ainda a bordo como argumentista, ele bateu o pé para matar o Riggs. A Warner não lhe deu razão e Shane pirou-se. Agora, seria essa uma boa jogada? Se pensarmos em todo o Pathos e tragédia narrativa que o filme ganharia, sim, sem sombra de dúvida. O humor seria eliminado, trazendo-nos de volta ao 1º filme. Mas não teríamos o 3º e 4º filme, que assentaram enormemente no rol de comédia entre a dupla (e francamente, o meu favorito é o terceiro).
Mas pensando como um exec de Hollywood, teria um novo personagem para impingir ao Murtaugh enquanto não entrasse na reofrma adiada vezes sem conta. Um miúdo mais novo? Mais excêntrico, mais rebelde, mais perigoso? Eu cá diria "He's too young for this shit...!"



Rocketeer tivesse sido um sucesso de bilheteira
A trilogia que se idealizou entre o estúdio poderia ter sido tornada realidade. Quem sabe, se a qualidade se mantivesse, estaria hoje entre os Top's de melhores trilogias e entre as sagas cult de nerds/geeks/cinéfilos inveterados (como eu).
Hoje temos Iron Man, sim, mas Joe Johnston já lançou o mote para um reboot deste herói. Venha ele, sim, para mostrar esse mundo de super-heróis em pleno ano de 1942.







Commando tivesse a sequela que lhe era destinada
Die Hard, com Bruce Willis, na verdade era um argumento escrito para Schwarzenegger para uma sequela do seu filme de 1985. Arnie não quis, mas o guião não foi deitado fora. Bastaram umas alterações aqui e ali para depois  se tornar num dos melhores filmes de acção de sempre. Bruce Willis bem pode agradecer a nega do austríaco.
John Matrix estaria a salvar a sua filha num arranha-céus sitiado. Mas o carisma do personagem principal estaria severamente em risco, apesar das engenhosas one-liners de Schwarzenegger. Bruce Willis sai-se bem com as suas frases de efeito, mas Schwarzie "mandá-las-ia para fora de órbita" (perceberam este easter-egg?!). Porque se o filme que todos nós conhecemos de nome Die Hard significa "duro de matar", John Matrix resolveria aquela trapalhada num piscar de olhos. Yipee-Ky-Yai!



Batman and Robin tivesse seguido outro rumo
Se fosse realizado por outro gajo, com as ideias em ordem, com a cabeça  limpa e tornasse o filme aceitável em comparação com o filme de 1997. Ou mesmo se o Schumacher não destravasse como se viu e esse não tivesse sido arrasado pela crítica, tornasse o filme divertido, visionável e acima de tudo, espectacular. Olha, poderíamos ter visto um Batman Triumphant, que sabe-se hoje que teria um cameo de Jack Nicholson como Joker nas alucinações do suposto vilão do 5º filme, Scarecrow. Teríamos talvez uma saga ainda hoje viva, com outros realizadores a tomar conta. Com dois filmes por realizador, seria uma experiência seguir a cadência estilística de filme para filme. Mas também não teríamos a trilogia Nolan. E aqui sim, muitos cortariam os pulsos se dessem de cara com o nosso Universo Paralelo. Mas este tópico leva-nos a outra dimensão:



Batman Forever tivesse sido realizado por Tim Burton
Se ele não se afastasse por divergências com a Disney, não haveria coloridos neon de Schumacher, não teríamos aquele Two-Faces degradante ( Billy Dee Williams voltaria apenas como Harvey Dent), mas não haveria provavelmente Jim Carrey (confesso, acho que está  impecável, dos pontos altos neste filme).
O filme que foi prestes-a-ser de Burton, seria com Keaton a voltar, Robin Williams como Riddler, Rene Russo como Chase Meridian e Marlon Wayans como Robin. E porventura seria um filme tão bom ou melhor que o Returns (que o Forever seria certamente...). Podem ler mais neste artigo.
E sim, teríamos uma trilogia sólida do Cavaleiro das Trevas by Tim Burton. Quem sabe, talvez mais filmes...




Gremlins tivesse o 3º acto do guião inicial.
Gizmo não era suposto chegar ao fim do filme. O plano original era ele transformar-se no Stripes e ser ele o vilão aterrorizador do filme. Segundo consta, nesse guião teríamos cenas mais intensas, como a mãe de Billy a ser decapitada, o cão dele a morrer de forma horrenda e uma legião de gremlins a invadir um McDonalds, rejeitando os burgers mas a devorar os clientes... Foi criado nesse ano de 1984 o sistema PG13 (para este filme mas também outra produção Spielberg: Indy 2), mas esta versão saltaria rapidamente para o Rated R. Ficaria também assim tão memorável?






Indiana Jones and The Kingdom of the Crystal Skull não tivesse o Mutt
Sim, há muitas coisas a corrigir neste filme. Não que o ache mau, longe disso, mas essa estranha personagem que salta entre macacos como Tarzan não estava nos meus planos... Mas se em vez do filho tivéssemos o regresso de Short Round (de Temple of Doom) em vez de Mutt? Short Round era no segundo filme o seu melhor amigo, como que um filho para ele. Em vez de lhe arranjarem um filho de verdade, regressariam com um personagem que já vem do cânone da série (porra até a Marion voltou! Raisparta...). Queria um Short Round já nos seus trintas e muitos, mas com a língua ainda afiada.
Quem pesquisar na internet pelo "Short Round" dá de caras com um comparativo de actores que deixa intrigado qualquer leitor (e que me deixa a imaginar ainda mais a versão alternativa), neste artigo.



Spielberg tivesse realizado um James Bond em vez de criar o Indiana Jones
O Mago sempre arregalou os olhos à série do agente secreto, mas a recusa dos produtores fizeram-nos voltar-se para outras aventuras. Se o acaso viesse a concretizar-se, no início dos anos 80 teríamos outra versão da história com ou sem Roger Moore. Spielberg teria outra mão para as cenas de acção e provavelmente teríamos aqui um dos melhores filmes da saga... Mas não teríamos o mais famoso arqueólogo do cinema.
Spielberg ainda vai a tempo. Mas os Broccoli dão sempre prioridade a realizadores britânicos. Azar o deles. Mas Chris Nolan está com a vontade a crescer... E olha que...





Rocky 5 tivesse sido um combate contra Schwarzenegger
... Em vez daquele dramalhão vagabundo. Teríamos provavelmente o Rocky 38 do Airplane 2, com as sequelas impulsionadas pelo provável sucesso do 5º filme. Mas os dois actores andavam zangados, massacrados pela rivalidade de bilheteiras e popularidade. Depois fizeram as pazes mas a dupla só se encontraria na telanos populares filmes "The Expendables"... Neste Rocky V haveria socos de verdade, testosterona aos pulos e acima de tudo, um momento inesquecível para os geeks (e também os homens de barba rija), que só o acaso pode trazer aos cinemas... Teríamos Schwarzie a metralhar One-Liners contra o focinho esventrado de Stallone, mas não sei se concordaria ver o Arnold a perder no filme.
E já agora que vamos na onda, que o austríaco tivesse entrado também em Tango and Cash em vez de Kurt Russel...


E então, que outros "E se..." vocês acrescentariam? Certamente que isto daria pano para mangas.

16/09/13

Listas e listas

O Den Of Geek sempre teve artigos interessantes. Ultimamente não ia lá há muito tempo e deu para retomar o passo.
Curiosamente havia diversas listas que se ligavam tematicamente, que apesar das semelhantes tocam em situações que acontecem em muitos filmes:

Fica a minha leitura...





Creative things to do when an actor won't return for a sequel



Directors who weren't invited back for the sequel



The directors who took on someone else’s franchise



The directors who returned to a franchise they left

13/09/13

Conversões 3-D que eu pagaria para ver em cinema

... Não, não pagaria! Mas ficaria curioso de ver como iria ficar (E quem sabe adquiri-lo em Blu-Ray 3D)

Como poderão ter reparado nos últimos anos, diversos filmes têm sido relançados no novo formato que tanta gente (os executivos, diga-se) aclama como a nova maravilha cinematográfica. Eu não sou fã. Em nada. Como já desabafava sobre isto há uns anos. Sobretudo pelo preço do bilhete e da azelhice de quem calibra a projecção nas salas portuguesas...
Mas se os defeitos do formato fossem corrigidos e os aspectos negativos fossem eliminados, eu esperaria por uma certa lista de que vos falo já de seguida:


The 5th Element
A cidade futurista de New York já valeria todo o trabalho. Uma obra que joga com dimensões e perspectivas, tem uma base sólida para a conversão.





Hollow Man
Só porque quereria ver (ou "não o ver") um homem invisível em três dimensões.







The Mask
Este filme TEM cara de que deveria ser convertido. Epá, olhem para as sequências do filme e digam lá se não ficaria óptimo??






Aliens
Juntemos alguma guerra na lista: Monstros alienígenas VS Marines podem ser um óptimo exemplo. E a batalha final entre a Rainha e um Power-Loader era brutal.
O único senão seria a alta taxa de escuridão em que se encontra todo o filme. E a tridimensionalidade convertida não se dá nada vem com isso. Que o diga o Last Airbender...



Starship Troopers
OK, se Aliens não resultar, estes insectos que matam EM PLENA LUZ DO DIA certamente seria uma melhor aposta... Gore em 3-D, super...






2001 - A Space Odyssey
Os planos fixos e lentos são do que funcionam melhor no formato. Vejam os documentários do IMAX que passam desde há décadas (Hubble, Everest, aquele das profundezas do oceano que não me lembro agora...) e concordem comigo. Tal como Gravity de Cuarón, o espaço é uma óptima desculpa para separar os objectos do "vazio". E talvez tornasse o filme de Kubrick mais imersivo e menos... parado.

Star Wars original trilogy
George Lucas tinha prometido converter a saga mas ficou pelo Episódio 1... Até ver, o plano ficou pelo caminho. Agora eu torcia mesmo para ver a batalha espacial de Endor  nesse esplendor. Quem sabe?


T2
O T-1000 faria um brilharete. Quem não concorda?








The Matrix
Bullet Time. 'Nuff said...









E vocês, o que gostariam de redescobrir em 3-D?

02/09/13

Recordista virtual

Apercebo-me que se "A Gaiola Dourada" fosse co-produção portuguesa, o filme seria actualmente recordista de bilheteira de todos os tempos, batendo os 380 mil espectadores do "Crime do Padre Amaro". Vai nos 445 mil and going...

9|11 all over again...


Man of Steel continua a ser enxovalhado sem dó nem piedade.
A última vi neste site, em que analisam o filme segundo o número de cervejas a beber que recomendariam no seu visionamento. Num parágrafo em particular, apontam a sequência do World Creator como uma imitação barata de Independence Day. OK, válido. Mas logo a seguir fazem a fita do "Try this one. Which of these photos is a still from Man of Steel and which is a real photo taken in New York City on September 11, 2001?" Eles até têm a lata de chamar a cena de exploratória!
 Já estou um bocado farto que se vitimizem de um acontecimento com 12 anos em cima. E que vejam semelhanças em tudo o que lhes convenham... O quê, nunca viram um desabamento de um prédio, com pessoas em perigo, porque visualmente é em tudo idêntico. Ora como provavelmente não tiram o cu do facebook, deveriam ver as notícias de uns países fora dos EUA. Bangladesh, China, Índia e Chile tiveram situações deste género e não me parece correcto tecer comparações. Muito menos compará-los com o 9|11.
Cloverfield teve esta cena em particular. War of the Worlds teve a imagem de multidões empoeiradas a relembrar o trauma. Sim. E agora? Sigam em frente com a vida! Deixem-se de comparar nuvens de fumo com a queda das torres gémeas. Porque muito provavelmente esta imagética irá perdurar para sempre: É a realidade de uma situação como esta. Um prédio em desmoronamento cria estas causas. E não falemos de filmes como Earthquake ou 2012, pois não quero que me saia um palavrão.

 Fui duro demais? olha pró lado, então...