Tenho isto criado há anos mas nunca soube muito bem onde divulgá-los. Queria aproveitá-los para o site das T-Shirts da TeePublic, mas os americanos não ligam pevas ao eléctrico lisboeta...
Fica assim aqui já registado para a posteridade e para todos apreciarem, os mashups do famoso 28 (e já agora, pedir dicas para como lhes dar um uso mais lucrativo)
18/10/15
17/10/15
Macacadas
Há uns tempos (anos) tinha prometido à malta mostrar uma fotografia que comprovava como os críticos de antigamente também se enganavam (desde sempre).
Porque tínhamos estado a falar o quanto o filme Twelve Monkeys é uma obra prima e eu chamei a atenção para quando a TV Filmes em 1996 o distinguiu como uma das xaropada do ano: Na tabela de "O Bom, o Mau e o Vilão", ficara aquela mancha histórica que aqui relembro...
E o resto da tabela...
... Da revista em questão.
Porque tínhamos estado a falar o quanto o filme Twelve Monkeys é uma obra prima e eu chamei a atenção para quando a TV Filmes em 1996 o distinguiu como uma das xaropada do ano: Na tabela de "O Bom, o Mau e o Vilão", ficara aquela mancha histórica que aqui relembro...
E o resto da tabela...
... Da revista em questão.
16/10/15
Vocábulo cinecalão #6
Uma rúbrica em colaboração com diversos cinéfilos da blogosfera nacional.
Colaboração? Sim! Eles escrevem, eu ilustro!
A ideia é criar um novo vocabulário para os cinéfilos sedentos de palavreado brejeiro, ou apenas em modo pseudo-crítico. Querem escrever críticas cinéfilas à trolha? Então 'bora lá aprender.
(convidados anteriores: Pedro Cinemaxunga, Hélder Almeida, Carlos Reis, Sofia Santos e Rita Santos)
A quinta (e última) participação é de Miguel Ferreira, do blog Créditos Finais.
Filmes Timbaland
Ao contrário dos filmes Cortiça (tão bons que só aparecem de 9 em 9 anos), os filmes Timbaland são obras que nos chegam frequentemente e envoltas num cocktail de reações. Sabemos que sim, sabemos que não, e justificamos a audácia com o facto de também precisarmos de um no brainer. Dizem que até se vê bem. Arrancamos com a coisa, e a coisa corre mal. Muito mal. Ridículo, mal feito, aos 20 minutos já olhamos para o relógio e pensamos naquele Kubrick que nunca vimos. Queremos parar. Queremos voltar. Mas é tarde demais. Nada a fazer, temos de respeitar as mitologias e mamá-las até ao fim. Para depois podermos ao menos pintar meia estrela no Letterboxd. O nome baseia-se na célebre canção dos OneRepublic com os ecos famosos de Timbaland, Too Late to Apologize, it´s too late….eh…eh…eh…
Exemplos: Vice, Need for Speed, Avengers: Age of Ultron, Transformers, qualquer live action da Disney
Caninar
Diz respeito ao ato de ficar em casa, sozinho, durante um período superior a três dias, com cueca larga, sem banho, a praticar a seguinte dieta cinematográfica: um filme de manhã, dois à tarde e três à noite. Adormecer no sofá, acordar com os tomates de fora – ou as mamas se for do outro género - e retomar o processo. Na grande parte dos casos envolve meticulosas maratonas, pensadas há mais de cinco anos. A expressão vem do filme grego Canino, onde três irmãos vivem desde sempre fechados em casa.
Exemplos: Estas férias vou caninar à bruta!; Estive o fim de semana todo a caninar, soube mesmo bem; Se descobrem que meti baixa para caninar estou fodido.
Cinebocellis
Os Cinebocellis são a extrema cinematográfica. Não têm fenótipo definido, nada de cabeças rapadas ou grandes rabichos na nuca, unem-se apenas na primazia do cinema, especialmente quando se trata de conflitos com a malta da televisão: os telepichões. Estes, são os seus grandes inimigos, e se os primeiros só vêm cinema, os segundos só vêm televisão. Encontram-se esporadicamente para grandes batalhas campais como no início do Gangs of New York. Aqueles que gostam das duas coisas formaram uma terceira fação que não tem grande piada: as Pessoas.
Exemplo de um diálogo entre Cinebocellis:
Cinebocelli 1 – Ontem vi metade de um episódio, fiquei tão mal que tive de ir fazer uma lavagem ao estômago ao Garcia da Horta.
Cinebocelli 2 – A mim também já me aconteceu, mas fui ao Santa Maria.
Cinebocelli 3 – A mim também, mas só me cabritei em casa.
Cinebocelli 4 – A mim também, até já escrevi sobre isso na minha crónica em papel num jornal em papel. As séries são mesmo uma merda, não têm fim.
Cinebocelli 5 – Nunca vi uma série até ao fim, mas concordo que são uma merda. Todas iguais, sem toque de autor. O cinema é que é bom.
Cinebocelli 1 – Não percebo como a escumalha consegue ver séries, que nojo. Porque é que não são todos como nós?
Cinebocellis em uníssono – Ah ah ah ah ah ah ah ah!
Julie Gianni
Aquela miúda maluca que aparece pelo menos uma vez na vida de um gajo. Ao início é normal, até se pondera, pode pintar um beijinho. Depois começam os apertos, quer casar, aparece atrás de ti na biblioteca e se olhares agora pela janela lá está ela. Veio passear para estes lados, por acaso. Ou saltas fora ou já foste. Creepy. O seu nome é em homenagem à personagem de Cameron Diaz no Vanilla Sky, é ela que rebenta com as fuças do nosso herói. Não se ponham a pau não.
Exemplo:
- Ontem à noite ela disse que me amava.
- Mas conheceste-a ontem à tarde.
- É esquisito não é?
- Não é esquisito amigo, é Julie Gianni.
Simbalhada
Quando um blogger desaparece durante um período indeterminado de tempo e depois regressa diz-se que executou uma simbalhada*, como o Simba, que fugiu, hakuna cenas e voltou. Normalmente são pausas que servem, na prática para nada, mas para o blogger são profundos momentos de reflexão, transformação e evolução. Tudo voltou a fazer sentido. Ou então voltou só a ter tempo e paciência para esta merda, também é possível.
*não confundir com simbalhada: ato de bocejar abrindo em demasia a boca, que nem um leão.
Exemplo: Consultar “O Grande Livros das Simbalhadas” que regista, desde 2001, todas as simbalhadas praticadas por todos os bloggers nacionais.
Comédia pena-sovaco
É aquela comédia em que temos de levar obrigatoriamente companhia, para que a mesma consiga, com a ajuda de uma pena, fazer-nos cócegas no sovaco de modo a que possamos rir nos momentos em que é para rir. Normalmente somos arrastados para as comédias pena-sovaco, na maior parte dos casos pela pessoa que depois terá a responsabilidade de nos tocar nos sítios certos e libertar as certas gargalhadas.
Exemplos: Tudo do Kevin James.
Sequelas Lidl
São aquelas sequelas que mantêm o nome, a personagem, mas mudam tudo o resto, inclusive o protagonista. Normalmente com menos dinheiro e com o destino direto para vídeo estampado na testa. O objetivo é espremer as tetas da vaca até ela estar mais magra do que o Bale n’O Maquinista. Normalmente, vemos estes filmes e a sensação que temos é a mesma que aquela quando entramos no Lidl: é parecido ao Continente, tem empregadas em caixas, mas epá, tudo é diferente, outra timeline, menos organizada e com marcas que um gajo não conhece de lado nenhum. Como os atores falsos que povoam estes disparates. Normalmente só caímos numa sequela lidl, a que vier a seguir já não é para nós.
Exemplos: Ace Ventura: Pet Detective Jr., The Butterfly Effect 3: Revelations, Home Alone 3 e 4, Timecop: The Berlin Decision, Wild Things: Diamonds in the Rough, S. Darko, Hostel 3, Behind Enemy Lines II: Axis of Evil
Manobra “queijamais”
Executada quando alguém na mesa lança uma mitologia para debate. Uma saga com três capítulos dos quais apenas dois são dignos de se ver. O terceiro acabou mesmo por rebentar qualquer esperança na continuidade da história. Adeus esperança de vida. Então, e para defender o que é bom, temos a todo o custo de aplicar a manobra do queijo a mais, fingindo que só conhecemos dois filmes, que só existem dois e que o terceiro de facto não aconteceu. Ah e tal não sei não sei.
Exemplos:
- Terminator 5? Então mas só fizeram dois…
- Indiana 4? Qual é esse? Não estou a mesmo a ver…
- Alien 4? Também tens cada uma, então a Ripley morreu no três, como é que poderiam ser quatro?
Obrigado ao Miguel por aceitar o desafio ;)
E finda esta rúbrica que perdurou de duas em duas semanas por três meses, espero que os leitores tenham gostado. Volto a agradecer a todos os participantes, que estas coisas das Iniciativas conjuntas têm piada é com a malta colaborar. Sei que era difícil, complexo, por vezes confuso e de puxar os cabelos a quem teve de escrever, mas por isso o meu agradecimento é repetido até à exaustão.
Agora toca de usar este vocábulo todo em termos práticos (O Cinemaxunga já o semeia como gente grande, o visionário!)
Colaboração? Sim! Eles escrevem, eu ilustro!
A ideia é criar um novo vocabulário para os cinéfilos sedentos de palavreado brejeiro, ou apenas em modo pseudo-crítico. Querem escrever críticas cinéfilas à trolha? Então 'bora lá aprender.
(convidados anteriores: Pedro Cinemaxunga, Hélder Almeida, Carlos Reis, Sofia Santos e Rita Santos)
A quinta (e última) participação é de Miguel Ferreira, do blog Créditos Finais.
Filmes Timbaland
Ao contrário dos filmes Cortiça (tão bons que só aparecem de 9 em 9 anos), os filmes Timbaland são obras que nos chegam frequentemente e envoltas num cocktail de reações. Sabemos que sim, sabemos que não, e justificamos a audácia com o facto de também precisarmos de um no brainer. Dizem que até se vê bem. Arrancamos com a coisa, e a coisa corre mal. Muito mal. Ridículo, mal feito, aos 20 minutos já olhamos para o relógio e pensamos naquele Kubrick que nunca vimos. Queremos parar. Queremos voltar. Mas é tarde demais. Nada a fazer, temos de respeitar as mitologias e mamá-las até ao fim. Para depois podermos ao menos pintar meia estrela no Letterboxd. O nome baseia-se na célebre canção dos OneRepublic com os ecos famosos de Timbaland, Too Late to Apologize, it´s too late….eh…eh…eh…
Exemplos: Vice, Need for Speed, Avengers: Age of Ultron, Transformers, qualquer live action da Disney
Caninar
Diz respeito ao ato de ficar em casa, sozinho, durante um período superior a três dias, com cueca larga, sem banho, a praticar a seguinte dieta cinematográfica: um filme de manhã, dois à tarde e três à noite. Adormecer no sofá, acordar com os tomates de fora – ou as mamas se for do outro género - e retomar o processo. Na grande parte dos casos envolve meticulosas maratonas, pensadas há mais de cinco anos. A expressão vem do filme grego Canino, onde três irmãos vivem desde sempre fechados em casa.
Exemplos: Estas férias vou caninar à bruta!; Estive o fim de semana todo a caninar, soube mesmo bem; Se descobrem que meti baixa para caninar estou fodido.
Cinebocellis
Os Cinebocellis são a extrema cinematográfica. Não têm fenótipo definido, nada de cabeças rapadas ou grandes rabichos na nuca, unem-se apenas na primazia do cinema, especialmente quando se trata de conflitos com a malta da televisão: os telepichões. Estes, são os seus grandes inimigos, e se os primeiros só vêm cinema, os segundos só vêm televisão. Encontram-se esporadicamente para grandes batalhas campais como no início do Gangs of New York. Aqueles que gostam das duas coisas formaram uma terceira fação que não tem grande piada: as Pessoas.
Exemplo de um diálogo entre Cinebocellis:
Cinebocelli 1 – Ontem vi metade de um episódio, fiquei tão mal que tive de ir fazer uma lavagem ao estômago ao Garcia da Horta.
Cinebocelli 2 – A mim também já me aconteceu, mas fui ao Santa Maria.
Cinebocelli 3 – A mim também, mas só me cabritei em casa.
Cinebocelli 4 – A mim também, até já escrevi sobre isso na minha crónica em papel num jornal em papel. As séries são mesmo uma merda, não têm fim.
Cinebocelli 5 – Nunca vi uma série até ao fim, mas concordo que são uma merda. Todas iguais, sem toque de autor. O cinema é que é bom.
Cinebocelli 1 – Não percebo como a escumalha consegue ver séries, que nojo. Porque é que não são todos como nós?
Cinebocellis em uníssono – Ah ah ah ah ah ah ah ah!
Julie Gianni
Aquela miúda maluca que aparece pelo menos uma vez na vida de um gajo. Ao início é normal, até se pondera, pode pintar um beijinho. Depois começam os apertos, quer casar, aparece atrás de ti na biblioteca e se olhares agora pela janela lá está ela. Veio passear para estes lados, por acaso. Ou saltas fora ou já foste. Creepy. O seu nome é em homenagem à personagem de Cameron Diaz no Vanilla Sky, é ela que rebenta com as fuças do nosso herói. Não se ponham a pau não.
Exemplo:
- Ontem à noite ela disse que me amava.
- Mas conheceste-a ontem à tarde.
- É esquisito não é?
- Não é esquisito amigo, é Julie Gianni.
Simbalhada
Quando um blogger desaparece durante um período indeterminado de tempo e depois regressa diz-se que executou uma simbalhada*, como o Simba, que fugiu, hakuna cenas e voltou. Normalmente são pausas que servem, na prática para nada, mas para o blogger são profundos momentos de reflexão, transformação e evolução. Tudo voltou a fazer sentido. Ou então voltou só a ter tempo e paciência para esta merda, também é possível.
*não confundir com simbalhada: ato de bocejar abrindo em demasia a boca, que nem um leão.
Exemplo: Consultar “O Grande Livros das Simbalhadas” que regista, desde 2001, todas as simbalhadas praticadas por todos os bloggers nacionais.
Comédia pena-sovaco
É aquela comédia em que temos de levar obrigatoriamente companhia, para que a mesma consiga, com a ajuda de uma pena, fazer-nos cócegas no sovaco de modo a que possamos rir nos momentos em que é para rir. Normalmente somos arrastados para as comédias pena-sovaco, na maior parte dos casos pela pessoa que depois terá a responsabilidade de nos tocar nos sítios certos e libertar as certas gargalhadas.
Exemplos: Tudo do Kevin James.
Sequelas Lidl
São aquelas sequelas que mantêm o nome, a personagem, mas mudam tudo o resto, inclusive o protagonista. Normalmente com menos dinheiro e com o destino direto para vídeo estampado na testa. O objetivo é espremer as tetas da vaca até ela estar mais magra do que o Bale n’O Maquinista. Normalmente, vemos estes filmes e a sensação que temos é a mesma que aquela quando entramos no Lidl: é parecido ao Continente, tem empregadas em caixas, mas epá, tudo é diferente, outra timeline, menos organizada e com marcas que um gajo não conhece de lado nenhum. Como os atores falsos que povoam estes disparates. Normalmente só caímos numa sequela lidl, a que vier a seguir já não é para nós.
Exemplos: Ace Ventura: Pet Detective Jr., The Butterfly Effect 3: Revelations, Home Alone 3 e 4, Timecop: The Berlin Decision, Wild Things: Diamonds in the Rough, S. Darko, Hostel 3, Behind Enemy Lines II: Axis of Evil
Manobra “queijamais”
Executada quando alguém na mesa lança uma mitologia para debate. Uma saga com três capítulos dos quais apenas dois são dignos de se ver. O terceiro acabou mesmo por rebentar qualquer esperança na continuidade da história. Adeus esperança de vida. Então, e para defender o que é bom, temos a todo o custo de aplicar a manobra do queijo a mais, fingindo que só conhecemos dois filmes, que só existem dois e que o terceiro de facto não aconteceu. Ah e tal não sei não sei.
Exemplos:
- Terminator 5? Então mas só fizeram dois…
- Indiana 4? Qual é esse? Não estou a mesmo a ver…
- Alien 4? Também tens cada uma, então a Ripley morreu no três, como é que poderiam ser quatro?
Obrigado ao Miguel por aceitar o desafio ;)
E finda esta rúbrica que perdurou de duas em duas semanas por três meses, espero que os leitores tenham gostado. Volto a agradecer a todos os participantes, que estas coisas das Iniciativas conjuntas têm piada é com a malta colaborar. Sei que era difícil, complexo, por vezes confuso e de puxar os cabelos a quem teve de escrever, mas por isso o meu agradecimento é repetido até à exaustão.
Agora toca de usar este vocábulo todo em termos práticos (O Cinemaxunga já o semeia como gente grande, o visionário!)
15/10/15
Hateful Weinstein
Ainda bem que terá 3 horas.
A maior vergonha na carreira de Tarantino foi aceitar que os Weinstein lhe partissem o Kill Bill ao meio.
A maior vergonha na carreira de Tarantino foi aceitar que os Weinstein lhe partissem o Kill Bill ao meio.
‘The Hateful Eight’: o novo filme de Quentin Tarantino terá 3 horas e 2 formatos
14/10/15
Evil Deeeead
#thebookodead #necronomicon #evildead #armyofdarkness #dvd #limitededition #tralhaquetenhoemcasa
Triângulo... equilátero?
Descobri agora que infantilizaram as capas da colecção Triângulo Jota. Já tinha tido alguns liftings, mas nada tão mau como desta vez...
Ah, e eliminaram as (formidáveis) ilutrações interiores dos capítulos. Porra pá, estragaram a minha série de antigamente :/
PS. Descobri também que tinha saído um novo volume em 2014. Eu ando mesmo distraído (e tentado em comprar, assim só naquela :P)
Pá... Míticas as capas de antigamente...
Ah, e eliminaram as (formidáveis) ilutrações interiores dos capítulos. Porra pá, estragaram a minha série de antigamente :/
PS. Descobri também que tinha saído um novo volume em 2014. Eu ando mesmo distraído (e tentado em comprar, assim só naquela :P)
Pá... Míticas as capas de antigamente...
Achas para a fogueira
(inserir comentário social e com conotações políticas segundo o Sistema actual do nosso país em 3... 2... 1..)
Capitão Falcão
09/10/15
H-alt na Acalopsia
Crítica sobre o primeiro número, com especial relevo aos elogios para a minha (nossa) história Evento 1993.
Parabéns ao Paulo Vicente e ao Francisco Boavida, que levam a atenção merecida :)
Parabéns ao Paulo Vicente e ao Francisco Boavida, que levam a atenção merecida :)
08/10/15
Cartaz oficial para os TCN Blog Awards 2015
Os TCN destinam-se a premiar o melhor da blogosfera cinéfila e televisiva em Portugal.
A gala para entrega de prémios irá decorrer dia 9 de Janeiro 2016.
A apresentação estará a cargo do já habitual camarada Manuel Reis.
O organizador do evento, o incansável Carlos Reis, delegou-me a tarefa de divulgar em primeira mão o Poster Final da edição deste ano. Agradeço a amabilidade do acto.
May the Force be with the Bloggers!
#TCN2015
E agora toca a enviar as candidaturas!
A gala para entrega de prémios irá decorrer dia 9 de Janeiro 2016.
A apresentação estará a cargo do já habitual camarada Manuel Reis.
O organizador do evento, o incansável Carlos Reis, delegou-me a tarefa de divulgar em primeira mão o Poster Final da edição deste ano. Agradeço a amabilidade do acto.
May the Force be with the Bloggers!
#TCN2015
E agora toca a enviar as candidaturas!
07/10/15
Soviet Disney
Vi o Kremlin num cartaz da Segunda Circular e a minha cabeça pôs-se a trabalhar quando cheguei a casa...
À venda aqui.
À venda aqui.
06/10/15
05/10/15
Linhas Trocadas - Série 3!
"Ó homem, fala mais devagar, fala mais alto! Continuo sem perceber patavina do que estás para aí a dizer... Não fazes sentido nenhum, pá."
Após a minha incursão há quatro anos pelo tema e do ano passado voltar com a sequela, o Brain-Mixer não pára de inverter o sentido das clássicas frases do cinema.
"The movie quotes" nunca deixam de parecer tão estranhas.
Série 3!
04/10/15
03/10/15
Vocábulo cinecalão #5
Uma rúbrica em colaboração com diversos cinéfilos da blogosfera nacional.
Colaboração? Sim! Eles escrevem, eu ilustro!
A ideia é criar um novo vocabulário para os cinéfilos sedentos de palavreado brejeiro, ou apenas em modo pseudo-crítico. Querem escrever críticas cinéfilas à trolha? Então 'bora lá aprender.
(convidados anteriores: Pedro Cinemaxunga, Hélder Almeida, Carlos Reis e Sofia Santos)
A quinta participação é de Rita Santos, do blog Not A Film Critic.
Mãe de todos os clichés
Também é conhecida por “Mãe de todos os lugares-comuns” mas utiliza-se mais frequentemente com a palavra “cliché” porque empregar palavras de origem francesa é mais chique.
Estão a ver quando se encontram em amena cavaqueira com os vossos outros amigos cinéfilos – a espécie não tende a fazer cruzamento – e quando lhes é pedido para identificar o “cliché” que consideram mais irritante num género específico oito em dez referem a mesma situação? Bingo!
Vamos recorrer a géneros de extrema originalidade e totalmente aleatórios tipo o terror e a comédia romântica, para encontrar bons exemplos, sim?
- Um grupo de personagens que se sente acossado por um mal comum decide separar-se. Perdendo a força do número, os personagens começam a ser “despachados”, alguns até fora de cena. Preciso mesmo de nomear alguns filmes?
- Uma patinho-feio faz uma mudança radical de imagem tornando-se, de súbito, bela e o actor principal que até ali não lhe prestava a menor atenção apaixona-se de perdição. Este é daqueles clichés que se topam a quilómetros de distância. Basta ver a personagem feminina para se perceber que tipo de filme vai ser. Ele há exemplos com fartura: “She’s all that”, “My Big Fat Greek Wedding”, “Miss Congeniality”, etc, etc, etc…
Lynchiano
Mas também podia ser Craveniano, Bayonismo, Shyamalano, etc. O céu é o limite. Basta ter vontade de indicar um realizador e ter gosto pela criação de palavras novas. Regra geral, o cinéfilo encontra num filme do próprio ou de qualquer outro realizador, elementos muito típicos daquele estilo de realização. Por exemplo em termos (muito) latos: Surrealismo = Lynchiano; humor auto-referencial = Craven; explosões e babes em trajes menores = Bay; mestria no domínio do suspense = Hitchcock. Alguns serão mais utilizados que outros mas Lynchiano, Cronenbergiano ou Hitchcockiano estarão entre os mais cool. Há aquele cinéfilo que recorre a eles como referência para os leitores e soa bem em qualquer texto do crítico de cinema.
Exemplo: “(…) a sequência ilustra o melhor do universo Lynchiano”. Perceberam? Não é indispensável que entendam, mas que fica bonito...
Mata-insónias
aka Filme Soporífero. Ah, o maior temor do crítico de cinema. Há o filme que se ama, o filme que se odeia e depois existem os outros. O pior é quando o crítico se depara com o filme que é tão mau que o imdb pela primeira vez até acerta na cotação do filme, certo? Errado. O crítico desespera na hora de descrever aquilo que viu quando tudo quanto pensava enquanto o visionava eram as tarefas domésticas que tinha adiado para o poder ver. O filme “Mata-insónias” é aquele que não é mau mas também não iria a correr chamá-lo de “filme de jeito”. Apenas não tem nada de memorável. Pouco há de mais penoso que a película que foi feita sob o efeito de opiáceos e parece destinado a adormecer o espectador. Recordam-se daquele filme que viram naquele dia, naquele canal, àquelas horas, sobre aquela coisa? Pois eu também não.
Exemplo: O “Loft” (2005) é um “mata-insónias”. Custou-me imenso recordar-me de um exemplo (vá-se lá perceber porquê). Dormem que nem um bebé. Juro.
Colaboração? Sim! Eles escrevem, eu ilustro!
A ideia é criar um novo vocabulário para os cinéfilos sedentos de palavreado brejeiro, ou apenas em modo pseudo-crítico. Querem escrever críticas cinéfilas à trolha? Então 'bora lá aprender.
(convidados anteriores: Pedro Cinemaxunga, Hélder Almeida, Carlos Reis e Sofia Santos)
A quinta participação é de Rita Santos, do blog Not A Film Critic.
Mãe de todos os clichés
Também é conhecida por “Mãe de todos os lugares-comuns” mas utiliza-se mais frequentemente com a palavra “cliché” porque empregar palavras de origem francesa é mais chique.
Estão a ver quando se encontram em amena cavaqueira com os vossos outros amigos cinéfilos – a espécie não tende a fazer cruzamento – e quando lhes é pedido para identificar o “cliché” que consideram mais irritante num género específico oito em dez referem a mesma situação? Bingo!
Vamos recorrer a géneros de extrema originalidade e totalmente aleatórios tipo o terror e a comédia romântica, para encontrar bons exemplos, sim?
- Um grupo de personagens que se sente acossado por um mal comum decide separar-se. Perdendo a força do número, os personagens começam a ser “despachados”, alguns até fora de cena. Preciso mesmo de nomear alguns filmes?
- Uma patinho-feio faz uma mudança radical de imagem tornando-se, de súbito, bela e o actor principal que até ali não lhe prestava a menor atenção apaixona-se de perdição. Este é daqueles clichés que se topam a quilómetros de distância. Basta ver a personagem feminina para se perceber que tipo de filme vai ser. Ele há exemplos com fartura: “She’s all that”, “My Big Fat Greek Wedding”, “Miss Congeniality”, etc, etc, etc…
Lynchiano
Mas também podia ser Craveniano, Bayonismo, Shyamalano, etc. O céu é o limite. Basta ter vontade de indicar um realizador e ter gosto pela criação de palavras novas. Regra geral, o cinéfilo encontra num filme do próprio ou de qualquer outro realizador, elementos muito típicos daquele estilo de realização. Por exemplo em termos (muito) latos: Surrealismo = Lynchiano; humor auto-referencial = Craven; explosões e babes em trajes menores = Bay; mestria no domínio do suspense = Hitchcock. Alguns serão mais utilizados que outros mas Lynchiano, Cronenbergiano ou Hitchcockiano estarão entre os mais cool. Há aquele cinéfilo que recorre a eles como referência para os leitores e soa bem em qualquer texto do crítico de cinema.
Exemplo: “(…) a sequência ilustra o melhor do universo Lynchiano”. Perceberam? Não é indispensável que entendam, mas que fica bonito...
Mata-insónias
aka Filme Soporífero. Ah, o maior temor do crítico de cinema. Há o filme que se ama, o filme que se odeia e depois existem os outros. O pior é quando o crítico se depara com o filme que é tão mau que o imdb pela primeira vez até acerta na cotação do filme, certo? Errado. O crítico desespera na hora de descrever aquilo que viu quando tudo quanto pensava enquanto o visionava eram as tarefas domésticas que tinha adiado para o poder ver. O filme “Mata-insónias” é aquele que não é mau mas também não iria a correr chamá-lo de “filme de jeito”. Apenas não tem nada de memorável. Pouco há de mais penoso que a película que foi feita sob o efeito de opiáceos e parece destinado a adormecer o espectador. Recordam-se daquele filme que viram naquele dia, naquele canal, àquelas horas, sobre aquela coisa? Pois eu também não.
Exemplo: O “Loft” (2005) é um “mata-insónias”. Custou-me imenso recordar-me de um exemplo (vá-se lá perceber porquê). Dormem que nem um bebé. Juro.
Obrigado à Rita por aceitar o desafio.
BB-8 Slam Dunk
O meu primeiro mashup do novo filme Star Wars (sim, primeiro. Que tenciono fazer mais)
À venda aqui.
À venda aqui.
02/10/15
Let the Games begin.
"Estão oficialmente abertas as candidaturas para os TCN Blog Awards 2015. De seguida, seguem as regras e datas para as mesmas. O local da cerimónia será anunciado no final do mês de Novembro, sendo já certo que a mesma acontecerá em Lisboa, no dia 9 de Janeiro de 2016."
Tudo AQUI
01/10/15
Logotipo novo? É para já.
(vai lavar a loiça enquanto pensa nos PowerPoints). E assim se vai todo o meu tempo livre...
TCN 2015, meus amigos, tem cara lavada.
TCN 2015, meus amigos, tem cara lavada.
Cantemos o refrão
Surgiu em tom de brincadeira num dos meus comentários ao Pedro Cinemaxunga na página de Facebook, em relação ao logo dos TCN, mas fiquei mesmo a pensar nisso: Criar-se um tema musical para os TCN, instrumental, para tocar enquanto a malta aguarda pelo início da gala. Como que um jingle oficial, onde os acordes se entranham na cabeça por vários dias. Como os Óscares fazem durante os intervalos ou, vá, o mítico genérico de abertura da SIC...
Quem se atreve a criar uma demo? E já agora, escrever umas quadras líricas.
Prometemos obrigar o Manuel Reis a cantá-la ao vivo ineditamente nos primeiros minutos do evento, tipo Hugh Jackman nos Óscares :D
Quem se atreve a criar uma demo? E já agora, escrever umas quadras líricas.
Prometemos obrigar o Manuel Reis a cantá-la ao vivo ineditamente nos primeiros minutos do evento, tipo Hugh Jackman nos Óscares :D
Bondar
Vulcão inactivo (You only live twice), check!
Resort nas montanhas nevadas (On her Magesty's Secret Service), check!
Não quis ver mais, mas metade do trailer tem óptima pinta!!
Resort nas montanhas nevadas (On her Magesty's Secret Service), check!
Não quis ver mais, mas metade do trailer tem óptima pinta!!
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