Ainda não vi o Toy Story 3. Mas pretendo ver. NO CINEMA.
O problema surge quando não estava disposto em pagar bilhete duplo para sessão em 3D. Vou aos sites dedicados `as salas de cinema e exibições e apenas encontro versões 3D e por cúmulo em versão portuguesa!
Margem Sul, nada. Zona de Lisboa, apenas encontro um local disponível e outro em Cascais… Não me desloco mais de 30 kms para ver o filme, desculpem-me lá, não me lixem…
A solução? Isto, obviamente…
22/08/10
20/08/10
11/08/10
E ainda penso no final de INCEPTION
Para quem ainda não viu o filme, isto não é para vocês...
Para os outros afortunados, quero discutir levemente a minha opinião sobre o plano final:
Uma cebola com camadas de não-realidade que no final nos deixa (bastante) na dúvida. Quem quiser saber as pistas e teorias, há por aí muito para ler - tal como o exaustivo guia que vos apresentei há duas semanas.
INCEPTION, é o Total Recall desta década.
Como o Total Recall, onde Douglas Quaid era perseguido por ter ido à Rekall implantar memórias de Marte, tem dúvidas de que se é tudo um sonho, uma memória implantada no seu cérebro (tal como ele pagou para ter) ou se afinal ele sempre lá chegou a ir. "Será isto real?" pergunta-se ele à mulher dos seus sonhos depois de salvar o mundo (o outro, Marte) "Então beija-me antes que acordes" responde-lhe ela. Beijam-se mesmo antes de acabar o filme. Dúvidas? Ficaram para sempre...
Outro exemplo que me veio à cabeça aquando o final de Inception foi o de Alice de Marco Martins. Após anos de procura incessante pela filha desaparecida, o personagem de Nuno Lopes decide avançar com a vida e largar de vez a obsessão, mesmo após estar cara a cara com a verdadeira filha. A negação e a vontade de seguir em frente fê-lo "esquecer" que poderia ser mesmo ela.
E em Inception? Ele roda o pião mas ao ver os seus filhos, ele larga qualquer vontade de saber se está a sonhar ou não, pois a sua felicidade está ali mesmo em frente. É quando se tem de largar de certas vontades, a da realidade ou outra...
Para os outros afortunados, quero discutir levemente a minha opinião sobre o plano final:
Uma cebola com camadas de não-realidade que no final nos deixa (bastante) na dúvida. Quem quiser saber as pistas e teorias, há por aí muito para ler - tal como o exaustivo guia que vos apresentei há duas semanas.
INCEPTION, é o Total Recall desta década.
Como o Total Recall, onde Douglas Quaid era perseguido por ter ido à Rekall implantar memórias de Marte, tem dúvidas de que se é tudo um sonho, uma memória implantada no seu cérebro (tal como ele pagou para ter) ou se afinal ele sempre lá chegou a ir. "Será isto real?" pergunta-se ele à mulher dos seus sonhos depois de salvar o mundo (o outro, Marte) "Então beija-me antes que acordes" responde-lhe ela. Beijam-se mesmo antes de acabar o filme. Dúvidas? Ficaram para sempre...
Outro exemplo que me veio à cabeça aquando o final de Inception foi o de Alice de Marco Martins. Após anos de procura incessante pela filha desaparecida, o personagem de Nuno Lopes decide avançar com a vida e largar de vez a obsessão, mesmo após estar cara a cara com a verdadeira filha. A negação e a vontade de seguir em frente fê-lo "esquecer" que poderia ser mesmo ela.
E em Inception? Ele roda o pião mas ao ver os seus filhos, ele larga qualquer vontade de saber se está a sonhar ou não, pois a sua felicidade está ali mesmo em frente. É quando se tem de largar de certas vontades, a da realidade ou outra...
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